País
Jovens das favelas brasileiras organizam-se em Portugal
Jovens provenientes das favelas brasileiras terão organizado na zona de Setúbal o Primeiro Comando de Portugal (PCP), uma réplica do Primeiro Comando da Capital, uma organização de criminosos criada no Brasil que alegadamente servia para defender os direitos de cidadãos presos. De acordo com o Correio da Manhã, os elementos deste PCP fazem da violência o seu modo de vida.
Escreve o jornal que o Primeiro Comando de Portugal é composto por jovens das favelas brasileiras, para quem a violência é um modo de vida.
Utilizam a Internet como principal meio de comunicação, onde têm um hino no YouTube e a maioria está em Portugal ilegal.
Um dos alegados elementos do Primeiro Comando de Portugal é Edivaldo Rodrigues, de 20 anos, que em Agosto, num assalto a uma ourivesaria no centro da cidade de Setúbal, disparou mortalmente sobre o proprietário da loja.
Foi depois detido pela Polícia Judiciária.
Ministro da Administração Interna diz que a PJ tem vários processos em curso
Questionado sobre a notícia da criação do Primeiro Comando de Portugal, o ministro Rui Pereira evitou referir-se directamente sobre este caso, mas adiantou que "há processos crime em curso que naturalmente estão em segredo de justiça".
"Como sabem, a criminalidade organizada é em geral competência da Polícia Judiciária", acrescentou o ministro. "Eu não falo sobre processos que estão a ser conduzidos por autoridades judiciárias com a colaboração dos orgãos de polícia criminal e, neste caso, da Polícia Judiciária, que tem competência reservada".
Utilizam a Internet como principal meio de comunicação, onde têm um hino no YouTube e a maioria está em Portugal ilegal.
Um dos alegados elementos do Primeiro Comando de Portugal é Edivaldo Rodrigues, de 20 anos, que em Agosto, num assalto a uma ourivesaria no centro da cidade de Setúbal, disparou mortalmente sobre o proprietário da loja.
Foi depois detido pela Polícia Judiciária.
Ministro da Administração Interna diz que a PJ tem vários processos em curso
Questionado sobre a notícia da criação do Primeiro Comando de Portugal, o ministro Rui Pereira evitou referir-se directamente sobre este caso, mas adiantou que "há processos crime em curso que naturalmente estão em segredo de justiça".
"Como sabem, a criminalidade organizada é em geral competência da Polícia Judiciária", acrescentou o ministro. "Eu não falo sobre processos que estão a ser conduzidos por autoridades judiciárias com a colaboração dos orgãos de polícia criminal e, neste caso, da Polícia Judiciária, que tem competência reservada".