País
Leonor Cipriano acusa irmão da morte da filha Joana
Leonor Cipriano, condenada pela morte da sua filha Joana desaparecida há quatro anos em Portimão, alterou o seu depoimento atribuindo agora ao tio a morte da menor. Os novos factos foram anunciados hoje pelo advogado Marcos Aragão Correia.
Joana, a menina desaparecida há quatro anos em Portimão, foi assassinada pelo seu tio. A revelação foi feita hoje pelo advogado da mãe de Joana, Leonor Cipriano, depois de ter informado que esta alterou o seu depoimento atribuindo agora a morte da filha ao tio, João Cipriano.
Leonor e João Cipriano foram condenados pelo Supremo Tribunal de Justiça a 16 anos de prisão cada um, pelos crimes de homicídio e ocultação de cadáver da criança.
Foi em comunicado divulgado hoje que o advogado de Leonor Cipriano veio anunciar que a mãe de Joana revelou factos novos referentes ao desaparecimento da filha, documentados e assinados no dia de ontem na prisão de Odemira onde se encontra detida.
Segundo revela Marcos Aragão Correia no documento, João Cipriano terá convencido a sua irmã a entregar a filha aos cuidados de pessoas estranhas à família, tendo como contrapartida uma ajuda monetária.
No entanto, a entrega não terá corrido como inicialmente planeado, Joana terá percebido do que se iria passar no que resultou no seu assassinato por parte de João Cipriano.
O anúncio feito hoje surge no mesmo dia em que é retomado o julgamento do caso das alegadas agressões de que Leonor Cipriano foi alvo por parte de inspectores da Polícia Judiciária.
Marcos Aragão Correia, que defende Leonor no caso das alegadas agressões, vai entregar hoje no Ministério Público o documento de oito páginas assinado pela mãe de Joana com o novo depoimento prestando depois declarações aos jornalistas à porta do Tribunal de Faro onde estará acompanhado pelo padrasto de Joana, António Leandro Silva.
O julgamento das alegadas agressões a Leonor Cipriano por inspectores da Polícia Judiciária regressa hoje à barra do Tribunal de Faro, para que não haja interrupção na produção de prova, continuando na próxima quinta-feira.
Leonor e João Cipriano foram condenados pelo Supremo Tribunal de Justiça a 16 anos de prisão cada um, pelos crimes de homicídio e ocultação de cadáver da criança.
Foi em comunicado divulgado hoje que o advogado de Leonor Cipriano veio anunciar que a mãe de Joana revelou factos novos referentes ao desaparecimento da filha, documentados e assinados no dia de ontem na prisão de Odemira onde se encontra detida.
Segundo revela Marcos Aragão Correia no documento, João Cipriano terá convencido a sua irmã a entregar a filha aos cuidados de pessoas estranhas à família, tendo como contrapartida uma ajuda monetária.
No entanto, a entrega não terá corrido como inicialmente planeado, Joana terá percebido do que se iria passar no que resultou no seu assassinato por parte de João Cipriano.
O anúncio feito hoje surge no mesmo dia em que é retomado o julgamento do caso das alegadas agressões de que Leonor Cipriano foi alvo por parte de inspectores da Polícia Judiciária.
Marcos Aragão Correia, que defende Leonor no caso das alegadas agressões, vai entregar hoje no Ministério Público o documento de oito páginas assinado pela mãe de Joana com o novo depoimento prestando depois declarações aos jornalistas à porta do Tribunal de Faro onde estará acompanhado pelo padrasto de Joana, António Leandro Silva.
O julgamento das alegadas agressões a Leonor Cipriano por inspectores da Polícia Judiciária regressa hoje à barra do Tribunal de Faro, para que não haja interrupção na produção de prova, continuando na próxima quinta-feira.