País
Líder parlamentar da IL acusa PSD de "empatar o país" e Governo de tentar "comprar os votos dos portugueses"
O líder parlamentar da Iniciativa Liberal (IL), Mário Amorim Lopes, acusou, esta segunda-feira, o PSD de "empatar o país" e afirmou que o Governo de Luís Montenegro tenta "comprar os votos dos portugueses", defendendo que Portugal está "irreformável" devido ao "bloqueio" dos principais partidos.
Críticas feitas no Porto, no arranque das jornadas parlamentares da IL, dedicadas às reformas que os liberais consideram necessárias para o país, em áreas como a saúde, a fiscalidade, a segurança social ou a reforma do Estado.
“Portugal não está ingovernável. O problema de Portugal, neste momento, é que está irreformável”, afirmou Mário Amorim Lopes, que identificou uma “maioria dos empatas”, referindo-se a PSD, PS e Chega: “Há um conjunto de partidos em Portugal que são os empata-nação”.
No mesmo sentido, o líder da bancada liberal no parlamento, considera que a atual disputa política é entre “reformistas” e “empatas, que querem deixar tudo como está”.
Mário Amorim Lopes dirigiu-se em particular ao PSD e ao Governo de Luís Montenegro, que acusou de ter prometido reformas, mas não ter concretizado mudanças estruturais ao fim de dois anos.
“O PSD diz que quer reformar. Foi essa a posição de Luís Montenegro nas diversas eleições e, enquanto primeiro-ministro, diz que sim, que quer transformar o país, que sim, quer reformar, mas depois, na prática, na hora da verdade, logo se vê”, afirmou.
E acrescenta: “E mais, faz algo ainda mais grave, que é, depois, tenta comprar os votos dos portugueses”, acusou o líder parlamentar da IL, considerando que os aumentos extraordinários de pensões e reduções de IRS não respondem aos problemas estruturais do país: "Foi uma autêntica rifa eleitoral, mas, para rifas eleitorais, já tínhamos António Costa, já tínhamos o Partido Socialista".IL promete propostas de reformas para o final do ano e saúda Passos Coelho
Questionado sobre o calendário de medidas dos liberais, Mário Amorim Lopes garantiu que a IL vai apresentar várias propostas de reforma entre o final deste ano e o início de 2027.
“Nós temos um plano ambicioso, a nossa ambição para o país é grande de apresentar várias reformas agora no final do ano e no início de 2027”, disse, assinalando que uma proposta de reforma do sistema fiscal será apresentada “em breve” e que estão em curso trabalhos para apresentar propostas de reforma da justiça e da segurança social.
Sobre a posição da IL perante o próximo Orçamento do Estado, Mário Amorim Lopes recusou antecipar a estratégia negocial, mas insistiu na necessidade de reformas.
“O Orçamento do Estado é um momento muito importante e iremos falar sobre ele. Sobre a posição negocial da IL, não é o momento”, afirmou.
Quanto ao regresso de Pedro Passos Coelho e ao trabalho que o ex-líder do PSD e antigo primeiro-ministro está a fazer para apresentar propostas de reformas, o líder parlamentar da IL saúda a iniciativa.
"Nós saudamos todas as pessoas, seja Pedro Passos Coelho ou seja quem for, que digam que o país precisa de reformas. É essa a nossa mensagem, a mensagem da IL. Portanto, são todos bem-vindos a essa necessidade de mudar o país", disse.
“Portugal não está ingovernável. O problema de Portugal, neste momento, é que está irreformável”, afirmou Mário Amorim Lopes, que identificou uma “maioria dos empatas”, referindo-se a PSD, PS e Chega: “Há um conjunto de partidos em Portugal que são os empata-nação”.
No mesmo sentido, o líder da bancada liberal no parlamento, considera que a atual disputa política é entre “reformistas” e “empatas, que querem deixar tudo como está”.
Mário Amorim Lopes dirigiu-se em particular ao PSD e ao Governo de Luís Montenegro, que acusou de ter prometido reformas, mas não ter concretizado mudanças estruturais ao fim de dois anos.
“O PSD diz que quer reformar. Foi essa a posição de Luís Montenegro nas diversas eleições e, enquanto primeiro-ministro, diz que sim, que quer transformar o país, que sim, quer reformar, mas depois, na prática, na hora da verdade, logo se vê”, afirmou.
E acrescenta: “E mais, faz algo ainda mais grave, que é, depois, tenta comprar os votos dos portugueses”, acusou o líder parlamentar da IL, considerando que os aumentos extraordinários de pensões e reduções de IRS não respondem aos problemas estruturais do país: "Foi uma autêntica rifa eleitoral, mas, para rifas eleitorais, já tínhamos António Costa, já tínhamos o Partido Socialista".IL promete propostas de reformas para o final do ano e saúda Passos Coelho
Questionado sobre o calendário de medidas dos liberais, Mário Amorim Lopes garantiu que a IL vai apresentar várias propostas de reforma entre o final deste ano e o início de 2027.
“Nós temos um plano ambicioso, a nossa ambição para o país é grande de apresentar várias reformas agora no final do ano e no início de 2027”, disse, assinalando que uma proposta de reforma do sistema fiscal será apresentada “em breve” e que estão em curso trabalhos para apresentar propostas de reforma da justiça e da segurança social.
Sobre a posição da IL perante o próximo Orçamento do Estado, Mário Amorim Lopes recusou antecipar a estratégia negocial, mas insistiu na necessidade de reformas.
“O Orçamento do Estado é um momento muito importante e iremos falar sobre ele. Sobre a posição negocial da IL, não é o momento”, afirmou.
Quanto ao regresso de Pedro Passos Coelho e ao trabalho que o ex-líder do PSD e antigo primeiro-ministro está a fazer para apresentar propostas de reformas, o líder parlamentar da IL saúda a iniciativa.
"Nós saudamos todas as pessoas, seja Pedro Passos Coelho ou seja quem for, que digam que o país precisa de reformas. É essa a nossa mensagem, a mensagem da IL. Portanto, são todos bem-vindos a essa necessidade de mudar o país", disse.