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Linha do Oeste com serviços alternativos entre Meleças e Caldas da Rainha a partir de 16 de março

Linha do Oeste com serviços alternativos entre Meleças e Caldas da Rainha a partir de 16 de março

Após mais de um mês sem comboios ou serviços alternativos na Linha do Oeste, a CP tem autocarros a partir da próxima semana em quase todas as paragens entre Mira Sintra - Meleças e Caldas da Rainha.

Gonçalo Costa Martins - Antena 1 /
João Marques - RTP

A CP - Comboios de Portugal publicou esta quinta-feira os horários e as paragens a efetuar no trajeto da Linha do Oeste. Enquanto funcionarem os serviços alternativos, os autocarros contratados vão percorrer quase todos os locais da linha entre Mira Sintra - Meleças e Caldas da Rainha, deixando de fora os apeadeiros da Feliteira, Paúl, São Mamede e Dagorda-Peniche.

"Informamos que a partir de 16 de março de 2026, na Linha do Oeste, será efetuado serviço rodoviário de substituição aos comboios, entre Caldas da Rainha e Mira Sintra-Meleças", escreveu a CP no website.

Os horários foram publicados no website da CP, juntamente com as paragens por onde vão passar os autocarros. Não há qualquer anúncio quanto ao restante percurso entre Caldas da Rainha e Figueira da Foz.

A Antena 1 apurou que a IP - Infraestruturas de Portugal colocou "fora de serviço" o troço entre Caldas da Rainha e Valado desde o dia 1 de março. O aviso interno tem como validade o dia 21 de março, pelo que se abre a possibilidade de reabrir este percurso após essa data. No entanto, ainda não há nenhuma informação pública nesse sentido.

A CP já foi questionada pela Antena 1 sobre este recente anúncio e a hipótese de reabrir algum troço para a circulação de comboios.

Desde a tempestade Kristin, no dia 28 de janeiro, a Linha do Oeste ficou suspensa e o ministro das Infraestruturas, Miguel Pinto Luz, anunciou que seriam precisos pelo menos nove meses para a reconstrução da linha.

No dia 23 de fevereiro, a Antena 1 noticiou que a IP já tinha identificado mais de uma dezena de locais instáveis. "Das inspeções realizadas até à data, estão identificados mais de uma dezena de locais onde se verifica deslizamentos de taludes e instabilidade na plataforma de via, nos troços entre Mafra e Malveira / Sapataria, Torres Vedras / Ramalhal e Bombarral / São Mamede e Caldas da Rainha", explicou.

Além destes casos, a via sofreu inundações e quedas de árvores, somando-se a derrocada da sustentação da linha em Valado de Frades.

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