País
Mais de 370 ocorrências em Portugal continental até às 15h00
Daniela Fraga, adjunta do Comando Nacional da Proteção Civil, apela a que a população não se aproxime à orla costeira e marítima, nem circule nas estradas submersas.
"Não há registo de vítimas até ao momento, nem desalojamentos neste episódio de mau tempo", afirmou o oficial de operações da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC) Pedro Araújo, em declarações à agência Lusa.
Entre as 00h00 e as 15h00 do dia de hoje, a ANEPC registou um total de 372 ocorrências em Portugal continental, que foram respondidas "com o empenhamento de 1.256 operacionais e 535 veículos".
As zonas mais afetadas foram Lisboa e Vale do Tejo e a região Centro, em particular nos distritos do litoral, acrescentou o oficial de operações da ANEPC.
Nas áreas “historicamente inundáveis”, recomenda-se a retirada de animais e de equipamentos agrícolas.
Em Águeda, algumas estradas ficaram inundadas e os acessos foram cortados, com a situação a ser acompanhada de perto pelos serviços municipais da Proteção Civil. No entanto, com a redução da precipitação, a situação está controlada. Na Golegã, a Estrada dos Lázaros está submersa e os agricultores estão com receio da noite de hoje, por haver previsão de chuva, que terá impacto nas colheitas de março e abril, sobretudo de ervilhas e milho. Os bombeiros, a Proteção Civil e a GNR têm percorrido os caminhos do concelho de quatro em quatro horas para fiscalizar a situação meteorológica. A sul, em Alcácer do Sal, as descargas nas barragens de Vale de Gaio e de Pego do Altar aumentam o perigo de cheias. Algumas vias estão cortadas, como a ponte de São Romão do Sado e a autarquia tem desaconselhado a circulação nas estradas com perigos de cheias. De acordo com o presidente da junta o Torrão, Hélder Montinho, a estrada de Santa Catarina já esteve interdita, mas é possível circular. No entanto, com a previsão de precipitação para as próximas horas, as interdições podem voltar a ser implementadas.
Entre as 00h00 e as 15h00 do dia de hoje, a ANEPC registou um total de 372 ocorrências em Portugal continental, que foram respondidas "com o empenhamento de 1.256 operacionais e 535 veículos".
As zonas mais afetadas foram Lisboa e Vale do Tejo e a região Centro, em particular nos distritos do litoral, acrescentou o oficial de operações da ANEPC.
Nas áreas “historicamente inundáveis”, recomenda-se a retirada de animais e de equipamentos agrícolas.
Em Águeda, algumas estradas ficaram inundadas e os acessos foram cortados, com a situação a ser acompanhada de perto pelos serviços municipais da Proteção Civil. No entanto, com a redução da precipitação, a situação está controlada. Na Golegã, a Estrada dos Lázaros está submersa e os agricultores estão com receio da noite de hoje, por haver previsão de chuva, que terá impacto nas colheitas de março e abril, sobretudo de ervilhas e milho. Os bombeiros, a Proteção Civil e a GNR têm percorrido os caminhos do concelho de quatro em quatro horas para fiscalizar a situação meteorológica. A sul, em Alcácer do Sal, as descargas nas barragens de Vale de Gaio e de Pego do Altar aumentam o perigo de cheias. Algumas vias estão cortadas, como a ponte de São Romão do Sado e a autarquia tem desaconselhado a circulação nas estradas com perigos de cheias. De acordo com o presidente da junta o Torrão, Hélder Montinho, a estrada de Santa Catarina já esteve interdita, mas é possível circular. No entanto, com a previsão de precipitação para as próximas horas, as interdições podem voltar a ser implementadas.
(com Lusa)