Mais de meio milhão de pessoas não foram chamadas para rastreios ao cancro no ano passado

por RTP

O coordenador do Programa Oncológico Nacional admite que a pandemia "pulverizou" diagnósticos precoces. Segundo jornal Público, o rastreios do cancro da mama, cólon e reto, e colo do útero são os mais atingidos, mas também as cirurgias oncológicas com mais de 5.800 pessoas em espera no final do ano passado.

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