País
Mão-cheia de estrelas Michelin para a cozinha portuguesa
Respeito pelo produto e privilégio da "portugalidade" e da tradição são argumentos apresentados pelos cinco "chefs" portugueses que conquistaram na terça-feira à noite "uma mão-cheia" de estrelas Michelin no guia Espanha e Portugal 2022.
O Guia Michelin Espanha e Portugal 2022, apresentado na terça-feira à noite na cidade espanhola de Valência, atribuiu a primeira estrela ('cozinha de grande nível, compensa parar') a cinco restaurantes portugueses: "Al Sud" (Lagos), "A Ver Tavira" (Tavira), "Cura" (Lisboa), "Esporão" (Reguengos de Monsaraz) e "Vila Foz" (Porto).
Carlos Teixeira, de 29 anos, estreou-se no Guia Michelin a dobrar: conquistou a primeira estrela Michelin para o "Esporão", em Reguengos de Monsaraz, e foi um dos dois primeiros portugueses a receber a "estrela verde" - juntamente com o "Il Galo d`Oro", duas estrelas, na Madeira -, atribuída a restaurantes que se destacam pela preocupação com a sustentabilidade.
Do "CURA", Pedro Pena Bastos, de 31 anos, enalteceu a "mão-cheia de estrelas" que pontua as classificações do Guia Michelin ibérico de 2022.
Depois da estrela Michelin que detinha no restaurante "Bon Bon" (Carvoeiro), Louis Anjos conquistou a mesma distinção para o "Al Sud", pouco menos de seis meses depois da abertura.
Uma cozinha "louca" - foi assim que Luís Brito, 54 anos, definiu a cozinha do "A Ver Tavira".
Arnaldo Azevedo, de 36 anos, "chef" do "Vila Foz", afirmou que a distinção é resultado de "um trabalho de há alguns anos, de toda uma equipa, com uma dedicação todos os dias, com uma dedicação de corpo e alma".
Além destas novidades, em 2022, Portugal mantém todas as distinções anteriores e continua a não ter nenhum restaurante com a classificação máxima (três estrelas, "uma cozinha única, justifica a viagem").
O país passa assim a contar com sete restaurantes com duas estrelas ("cozinha excelente, vale a pena o desvio") e 26 com uma estrela Michelin.
As distinções da edição do próximo ano do guia ibérico foram anunciadas numa gala no auditório do Palau des Arts Reina Sofía, em Valência.
Carlos Teixeira, de 29 anos, estreou-se no Guia Michelin a dobrar: conquistou a primeira estrela Michelin para o "Esporão", em Reguengos de Monsaraz, e foi um dos dois primeiros portugueses a receber a "estrela verde" - juntamente com o "Il Galo d`Oro", duas estrelas, na Madeira -, atribuída a restaurantes que se destacam pela preocupação com a sustentabilidade.
Do "CURA", Pedro Pena Bastos, de 31 anos, enalteceu a "mão-cheia de estrelas" que pontua as classificações do Guia Michelin ibérico de 2022.
Depois da estrela Michelin que detinha no restaurante "Bon Bon" (Carvoeiro), Louis Anjos conquistou a mesma distinção para o "Al Sud", pouco menos de seis meses depois da abertura.
Uma cozinha "louca" - foi assim que Luís Brito, 54 anos, definiu a cozinha do "A Ver Tavira".
Arnaldo Azevedo, de 36 anos, "chef" do "Vila Foz", afirmou que a distinção é resultado de "um trabalho de há alguns anos, de toda uma equipa, com uma dedicação todos os dias, com uma dedicação de corpo e alma".
Distinções anteriores mantém-se
O país passa assim a contar com sete restaurantes com duas estrelas ("cozinha excelente, vale a pena o desvio") e 26 com uma estrela Michelin.
As distinções da edição do próximo ano do guia ibérico foram anunciadas numa gala no auditório do Palau des Arts Reina Sofía, em Valência.
No total, a seleção de 2022 do Guia Michelin ibérico inclui 1.362 restaurantes de Espanha, Portugal e Principado de Andorra, entre os quais 11 têm três estrelas, 40 com duas estrelas e 211 com uma estrela.
c/Lusa