Mega rastreio gratuito de colesterol, glicemia e tensão arterial

A Cooperativa do Povo Portuense (CPP) vai realizar entre quarta-feira e domingo um rastreio gratuito do colesterol e várias outras doenças, frente à Praia do Molhe, no Porto, anunciou hoje fonte da organização.

Agência LUSA /

Além do colesterol, o rastreio vai avaliar o nível da glicemia, a tensão arterial e a acuidade auditiva e visual.

Serão também efectuados electrocardiogramas e exames à osteoporose.

O presidente da CPP, José Mendonça, referiu que "este mega- rastreio, que se realiza no passeio da Avenida Brasil, frente à Praia do Molhe, pretende promover esta instituição junto da população do Grande Porto, designadamente no que respeita aos serviços médicos e de apoio social".

"Queremos também mostrar como é possível praticar preços inferiores aos dos centros de saúde, com qualidade e sem listas de espera", acrescentou.

A CPP, fundada em 1900, é uma associação mutualista vocacionada para a prestação de assistência médica e disponibilização de medicamentos, bem como apoio jurídico e social aos seus mais de 20 mil associados.

Tem duas clínicas, uma no Porto e outra em Gaia, que proporcionam aos associados consultas de clínica geral e das especialidades de estomatologia, ginecologia, otorrinolaringologia, cardiologia, ortopedia, oftalmologia, medicina interna, psicologia e nutricionismo, bem como serviços de enfermagem e recolha de análises clínicas.

José Mendonça referiu que as duas clínicas realizam ainda rastreios auditivos gratuitos e proporcionam também serviço médico ao domicílio aos seus associados, além de efectuarem uma média de 100 consultas diárias de clínica geral e 80 de especialidade.

Além de uma mensalidade de dois euros, os associados pagam apenas dois euros por cada consulta de clínica geral e 35 euros pelas consultas de especialidade.

"Na primeira consulta de cada novo associado é sempre realizado um +check up+ completo, pelo mesmo preço de dois euros", explicou.

Embora não tenha apoios do Estado, a instituição está apta, segundo José Mendonça, a usar receitas da Segurança Social.

PUB