País
Metro de Lisboa. Sindicatos mantêm greve para quarta-feira
O comunicado de seis estruturas sindicais responsabiliza a empresa pela manutenção da greve de dia 14. Os sindicatos que representam os trabalhadores do Metropolitano de Lisboa asseguram que em causa está "a falta de efetivos, de atrasos no recrutamento e na formação, do recurso continuado a trabalho suplementar e a prolongamentos de serviço". As estruturas denunciam ainda a "ausência de respostas efetivas para situações de pressão e condicionamento" de trabalhadores.
A greve começa às 5h00 de 14 de outubro e termina às 5h00 de dia 15.
Por isso, os sindicatos mantêm a convocação da greve de dia 14 de outubro, esta quarta-feira.
AntecedentesNo comunicado enviado às redações, os seis sindicatos recordam o acordo alcançado há meio ano, no dia 13 de abril, com o Conselho de Administração e que suspendeu a greve então marcada para 14 de abril. As estruturas lembram que esse entendimento “previa compromissos concretos sobre o guarnecimento dos postos, a abertura de processos de seleção, a formação de Encarregados e Inspetores, o respeito pelas escalas” entre outras garantias.
No entanto, “apenas alguns dias depois, as Organizações Sindicais voltaram a alertar o Conselho de Administração para situações que contrariavam o entendimento alcançado”, lê-se no comunicado.
As reivindicações
• Cumprimento integral e imediato do acordo firmado em 13 de abril de 2026;
• Reforço efetivo dos quadros do PCC e da Tração, com calendários de
recrutamento e formação claros;
• Respeito pelas escalas, pelos períodos de descanso e pelo carácter excecional do
trabalho suplementar;
• Devolução e exercício integral das funções das chefias da DOP, com os acessos,
licenças e autonomia necessários;
• Prevenção e averiguação séria das situações de pressão e condicionamento
descritas pelos trabalhadores;
• Medidas concretas, prazos efetivos e acompanhamento conjunto do
cumprimento dos compromissos.
As estruturas sindicais representativas das chefias da Direção de Operações (DOP) do Metropolitano de Lisboa garantem que permanecem por resolver “problemas concretos”. Após uma reunião, a pedido da empresa, na segunda-feira, os sindicatos garantem que o conselho de administração reafirmou “que o acordo de 13 de abril se encontra em execução” e que “considera a greve desproporcionada”, tendo apelado à desconvocação da mesma.
No entanto, as estruturas sindicais consideram que a empresa continua a não apresentar respostas e medidas concretas.
AntecedentesNo comunicado enviado às redações, os seis sindicatos recordam o acordo alcançado há meio ano, no dia 13 de abril, com o Conselho de Administração e que suspendeu a greve então marcada para 14 de abril. As estruturas lembram que esse entendimento “previa compromissos concretos sobre o guarnecimento dos postos, a abertura de processos de seleção, a formação de Encarregados e Inspetores, o respeito pelas escalas” entre outras garantias.
No entanto, “apenas alguns dias depois, as Organizações Sindicais voltaram a alertar o Conselho de Administração para situações que contrariavam o entendimento alcançado”, lê-se no comunicado.
As reivindicações
• Cumprimento integral e imediato do acordo firmado em 13 de abril de 2026;
• Reforço efetivo dos quadros do PCC e da Tração, com calendários de
recrutamento e formação claros;
• Respeito pelas escalas, pelos períodos de descanso e pelo carácter excecional do
trabalho suplementar;
• Devolução e exercício integral das funções das chefias da DOP, com os acessos,
licenças e autonomia necessários;
• Prevenção e averiguação séria das situações de pressão e condicionamento
descritas pelos trabalhadores;
• Medidas concretas, prazos efetivos e acompanhamento conjunto do
cumprimento dos compromissos.