País
Ministério da Educação com dúvidas sobre a legalidade dos fundos de greve
O gabinete de João Costa mandou averiguar denúncias de escolas onde os professores estão a angariar dinheiro para pagar a paralisação dos assistentes operacionais.
Lusa
O Ministério da Educação pediu um parecer jurídico à Procuradoria-Geral da República sobre a legalidade da forma de execução das greves dos professores que estão em curso nas escolas.
O S.T.O.P. considera que é areia para os olhos face à grande adesão aos protestos. Em declarações à Antena 1, na quinta-feira, o presidente do sindicato, André Pestana, admitia que a marcha de protesto prevista para sábado poderia juntar mais de 50 mil pessoas em defesa da escola pública.
A greve por tempo indeterminado convocada pelo Sindicato de Todos os Profissionais da Educação deverá prolongar-se, pelo menos, até ao final do mês.
Em curso está também uma greve parcial ao primeiro tempo letivo até fevereiro, convocada pelo Sindicato Independente dos Professores e Educadores. E a partir de segunda-feira realiza-se uma greve por distritos, convocadas por oito estruturas sindicais, incluindo o SIPE e a Fenprof.