País
Moedas afasta comparação com cheias de 2022 em Lisboa e rejeita "oportunismo político"
O presidente da Câmara Municipal de Lisboa, Carlos Moedas, afirmou, esta quinta-feira, que as recentes intempéries que atingiram a capital "não se comparam" às cheias de 2022, sublinhando que, até ao momento, os danos registados são maioritariamente materiais e incidem sobretudo no espaço público.
“Não podemos comparar situações que, até ao momento, nada têm a ver com outras situações complexas e da necessidade de apoios a pessoas e comerciantes como as que a cidade viveu nas cheias de 2022”, frisou o autarca social-democrata, em resposta escrita à agência Lusa.
Segundo Carlos Moedas, as ocorrências verificadas nas últimas semanas estão, “felizmente, na sua larga maioria relacionadas apenas com vias de circulação, pavimentos e infraestruturas”.
Ainda assim, reconheceu que o cenário continua a exigir atenção. “Continuaremos a acompanhar uma situação que ainda é bastante sensível e preparados para, a cada momento, responder com as medidas que se revelem as mais adequadas para os nossos munícipes”, referiu Moedas.
Confrontado com a proposta da vereação do PS para a criação de um programa municipal de emergência, o “Lisboa Protege+”, com uma dotação inicial de três milhões de euros para apoiar famílias, comércio local, associações, coletividades desportivas e equipamentos afetados, Carlos Moedas rejeitou entrar em debate político nesta fase.
“Este não é o tempo para demagogia e oportunismo político. Este é o momento de agir e é isso que eu e a minha equipa continuaremos a fazer”, declarou.
A prioridade do executivo municipal tem sido, segundo o presidente da autarquia, a reposição da normalidade na cidade. “A principal prioridade no momento tem sido a recuperação das múltiplas estruturas, infraestruturas, equipamentos, pavimentos, candeeiros, retirada de árvores caídas, entre outros, que têm afetado o espaço público da cidade”, explicou.
O levantamento de prejuízos está em curso e, admitiu, “infelizmente, com o número de danos materiais a aumentar de dia para dia”, face às condições meteorológicas severas.
Segundo Carlos Moedas, as ocorrências verificadas nas últimas semanas estão, “felizmente, na sua larga maioria relacionadas apenas com vias de circulação, pavimentos e infraestruturas”.
Ainda assim, reconheceu que o cenário continua a exigir atenção. “Continuaremos a acompanhar uma situação que ainda é bastante sensível e preparados para, a cada momento, responder com as medidas que se revelem as mais adequadas para os nossos munícipes”, referiu Moedas.
Confrontado com a proposta da vereação do PS para a criação de um programa municipal de emergência, o “Lisboa Protege+”, com uma dotação inicial de três milhões de euros para apoiar famílias, comércio local, associações, coletividades desportivas e equipamentos afetados, Carlos Moedas rejeitou entrar em debate político nesta fase.
“Este não é o tempo para demagogia e oportunismo político. Este é o momento de agir e é isso que eu e a minha equipa continuaremos a fazer”, declarou.
A prioridade do executivo municipal tem sido, segundo o presidente da autarquia, a reposição da normalidade na cidade. “A principal prioridade no momento tem sido a recuperação das múltiplas estruturas, infraestruturas, equipamentos, pavimentos, candeeiros, retirada de árvores caídas, entre outros, que têm afetado o espaço público da cidade”, explicou.
O levantamento de prejuízos está em curso e, admitiu, “infelizmente, com o número de danos materiais a aumentar de dia para dia”, face às condições meteorológicas severas.
Moedas destacou ainda o investimento feito na prevenção de cenários extremos, referindo um conjunto de obras que complementam o Plano Geral de Drenagem de Lisboa, entre elas, o túnel de Sete Rios, onde “graças a um novo troço, se evitam as cheias na zona das Laranjeiras, que durante tantos anos fustigaram este ponto da cidade”, apontou Moedas.
O presidente da Câmara de Lisboa referiu ainda a bacia de retenção na Praça de Espanha, um novo coletor no Beato e o reforço dos coletores na Avenida de Berna e no Martim Moniz, infraestruturas que, segundo o autarca, estão a contribuir para mitigar o risco de inundações, segundo a agência Lusa.
A par das obras estruturantes, Moedas sublinhou o reforço dos meios de emergência e socorro, com o Conselho Municipal de Proteção Civil- que integra Proteção Civil Municipal, bombeiros e Polícia Municipal- a funcionar “desde a primeira hora” de forma “exemplar e preventiva”.
As recentes depressões Kristin, Leonardo e Marta provocaram 16 mortos em Portugal, além de centenas de feridos e desalojados.
As regiões Centro, Lisboa e Vale do Tejo e Alentejo estão entre as mais afetadas. A nível nacional, registaram-se destruição de habitações e empresas, queda de árvores e estruturas, encerramento de estradas, escolas e transportes, cortes de energia, água e comunicações, além de inundações e cheias.
O Governo prolongou a situação de calamidade até dia 15 em 68 concelhos e anunciou um pacote de apoios que pode atingir 2,5 mil milhões de euros.
Recorde-se que, após as fortes chuvas entre 7 e 14 de dezembro de 2022, a autarquia lisboeta avançou com o programa “Recuperar +” para apoiar famílias e comerciantes afetados, contabilizando então “um prejuízo total de 49 milhões de euros”. Desta vez, garante Carlos Moedas, a realidade é distinta e a resposta está focada na reposição rápida da normalidade na cidade de Lisboa.
O presidente da Câmara de Lisboa referiu ainda a bacia de retenção na Praça de Espanha, um novo coletor no Beato e o reforço dos coletores na Avenida de Berna e no Martim Moniz, infraestruturas que, segundo o autarca, estão a contribuir para mitigar o risco de inundações, segundo a agência Lusa.
A par das obras estruturantes, Moedas sublinhou o reforço dos meios de emergência e socorro, com o Conselho Municipal de Proteção Civil- que integra Proteção Civil Municipal, bombeiros e Polícia Municipal- a funcionar “desde a primeira hora” de forma “exemplar e preventiva”.
As recentes depressões Kristin, Leonardo e Marta provocaram 16 mortos em Portugal, além de centenas de feridos e desalojados.
As regiões Centro, Lisboa e Vale do Tejo e Alentejo estão entre as mais afetadas. A nível nacional, registaram-se destruição de habitações e empresas, queda de árvores e estruturas, encerramento de estradas, escolas e transportes, cortes de energia, água e comunicações, além de inundações e cheias.
O Governo prolongou a situação de calamidade até dia 15 em 68 concelhos e anunciou um pacote de apoios que pode atingir 2,5 mil milhões de euros.
Recorde-se que, após as fortes chuvas entre 7 e 14 de dezembro de 2022, a autarquia lisboeta avançou com o programa “Recuperar +” para apoiar famílias e comerciantes afetados, contabilizando então “um prejuízo total de 49 milhões de euros”. Desta vez, garante Carlos Moedas, a realidade é distinta e a resposta está focada na reposição rápida da normalidade na cidade de Lisboa.