País
Moradores regressam a casa após explosão em prédio de Setúbal
Os moradores do prédio de Setúbal onde ocorreu uma explosão tiveram luz verde da Proteção Civil para regressarem a casa durante a noite, mas o abastecimento de gás propano canalizado ao edifício foi interrompido por precaução. O rebentamento, seguido de um incêndio, deu-se num apartamento do rés-do-chão, causando 12 feridos ligeiros e outros dois que permanecem internados em estado considerado grave. Bombeiros e Proteção Civil garantem que não há danos estruturais.
A explosão deu-se cerca das 18h30 de quarta-feira num edifício habitacional de sete andares localizado entre a Rua Mariano Coelho e a Praceta São Julião, em Setúbal. Causou 14 feridos. Doze pessoas sofreram os efeitos da inalação de fumos, apresentando ainda escoriações menores e sintomas de ansiedade. Outras duas - um casal de idosos que residia no apartamento do rés-do-chão onde a explosão teve lugar - sofreram queimaduras graves.Cuidados intensivos
A mulher que foi transportada para o Hospital Garcia de Orta “está estável e a recuperar das lesões que sofreu ao nível do rosto e das mãos”, segundo indicou à agência Lusa uma fonte daquela unidade de saúde.
A doente continua internada na unidade de cuidados intensivos.
Já o homem que está no Hospital de São José permanece na unidade de queimados com “prognóstico reservado”.
Um dos feridos graves foi transportado para o Hospital de São José, em Lisboa. O outro, uma mulher, seguiu para o Hospital Garcia de Orta, em Almada. Os primeiros socorros foram prestados por técnicos do Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM) no Campo de Futebol do Comércio e Indústria. Os demais feridos receberam alta no local.
Os serviços da Câmara Municipal de Setúbal chegaram a tomar nota de 35 moradores que poderiam ser temporariamente realojados. Contudo, a Proteção Civil acabaria por autorizar o regresso ao prédio, embora tenha decidido manter desligado o abastecimento de gás propano.
As causas da explosão ainda não foram determinadas, mas as autoridades asseguram que apenas o apartamento onde vivia o casal de idosos está sem condições de habitabilidade.
“Incêndio foi rapidamente dominado”
A ausência de danos estruturais foi confirmada à repórter da RTP Ana Romeu pelo comandante dos Bombeiros Sapadores de Setúbal, que avaliou a fração onde se deu o rebentamento. “Fruto da rápida intervenção dos meus homens, o incêndio foi rapidamente dominado. Em menos de cinco minutos as chamas estavam extintas. Os únicos danos que tem são do estuque que saiu. Mas não tem danos estruturais, a fração em causa”, descreveu Paulo Lamego.
Para o local foram destacados 46 elementos dos Bombeiros Sapadores e voluntários, da Polícia de Segurança Pública e do INEM, apoiados por duas dezenas de veículos, incluindo uma viatura de intervenção em catástrofe. Foi também enviada uma equipa de psicólogos. Uma parte dos moradores foi evacuada pelo terraço, no último andar do prédio, com recurso a uma autoescada. Os restantes deixaram o edifício pelos próprios meios.
Em declarações à rádio TSF, o comandante da Proteção Civil de Setúbal, Dinis Jesus, corroborou a avaliação dos Bombeiros: “O prédio não sofreu danos estruturais. Os danos no rés-do-chão onde se deu a explosão, seguida de incêndio, foram mais provocados pelo incêndio nessa habitação”.
“Os moradores desse rés-do-chão foram os que ficaram afetados. Sofreram queimaduras graves e foram transportados para o hospital. Os restantes moradores voltam para as suas habitações. Foi apenas fumo e nada mais”, indicou.
A mulher que foi transportada para o Hospital Garcia de Orta “está estável e a recuperar das lesões que sofreu ao nível do rosto e das mãos”, segundo indicou à agência Lusa uma fonte daquela unidade de saúde.
A doente continua internada na unidade de cuidados intensivos.
Já o homem que está no Hospital de São José permanece na unidade de queimados com “prognóstico reservado”.
Um dos feridos graves foi transportado para o Hospital de São José, em Lisboa. O outro, uma mulher, seguiu para o Hospital Garcia de Orta, em Almada. Os primeiros socorros foram prestados por técnicos do Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM) no Campo de Futebol do Comércio e Indústria. Os demais feridos receberam alta no local.
Os serviços da Câmara Municipal de Setúbal chegaram a tomar nota de 35 moradores que poderiam ser temporariamente realojados. Contudo, a Proteção Civil acabaria por autorizar o regresso ao prédio, embora tenha decidido manter desligado o abastecimento de gás propano.
As causas da explosão ainda não foram determinadas, mas as autoridades asseguram que apenas o apartamento onde vivia o casal de idosos está sem condições de habitabilidade.
“Incêndio foi rapidamente dominado”
A ausência de danos estruturais foi confirmada à repórter da RTP Ana Romeu pelo comandante dos Bombeiros Sapadores de Setúbal, que avaliou a fração onde se deu o rebentamento. “Fruto da rápida intervenção dos meus homens, o incêndio foi rapidamente dominado. Em menos de cinco minutos as chamas estavam extintas. Os únicos danos que tem são do estuque que saiu. Mas não tem danos estruturais, a fração em causa”, descreveu Paulo Lamego.
Para o local foram destacados 46 elementos dos Bombeiros Sapadores e voluntários, da Polícia de Segurança Pública e do INEM, apoiados por duas dezenas de veículos, incluindo uma viatura de intervenção em catástrofe. Foi também enviada uma equipa de psicólogos. Uma parte dos moradores foi evacuada pelo terraço, no último andar do prédio, com recurso a uma autoescada. Os restantes deixaram o edifício pelos próprios meios.
Em declarações à rádio TSF, o comandante da Proteção Civil de Setúbal, Dinis Jesus, corroborou a avaliação dos Bombeiros: “O prédio não sofreu danos estruturais. Os danos no rés-do-chão onde se deu a explosão, seguida de incêndio, foram mais provocados pelo incêndio nessa habitação”.
“Os moradores desse rés-do-chão foram os que ficaram afetados. Sofreram queimaduras graves e foram transportados para o hospital. Os restantes moradores voltam para as suas habitações. Foi apenas fumo e nada mais”, indicou.