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Os danos e a evolução do estado do tempo

Municípios da Lezíria do Tejo pedem que apoios do Governo cheguem depressa

Municípios da Lezíria do Tejo pedem que apoios do Governo cheguem depressa

A Comunidade Intermunicipal da Lezíria do Tejo diz que é necessário garantir uma resposta justa a todos os municípios que sofreram danos causados pelas intempéries, com acesso aos mesmos instrumentos de apoio.

Arlinda Brandão - Antena 1 /

Foto: Câmara Municipal de Coruche

Dos 11 concelhos da Lezíria do Tejo, apenas Santarém, Golegã e Rio Maior estão abrangidos pela resolução do Governo que declarou a situação de calamidade.

Fazem parte da Comunidade Intermunicipal da Lezíria do Tejo (CIMLT) Almeirim, Alpiarça, Azambuja, Benavente, Cartaxo, Chamusca, Coruche, Salvaterra de Magos, Santarém, Golegã e Rio Maior .

A CIMLT descreve prejuízos "muito significativos" em diversas áreas, começando pelas estradas.
E a uma só voz as 11 autarquias defendem junto do Governo a criação de medidas e apoios extraordinários do Estado para os municípios da região afectados, e que cheguem muito em breve.

A Comunidade Intermunicipal da Lezíria do Tejo alerta que a dimensão dos prejuízos ultrapassa a capacidade de resposta das 11 autarquias.

É o caso de Coruche, que ainda contabiliza os prejuizos, em especial nas acessibilidades e nas infraestruturas ligadas à cultura do arroz e restante agricultura e também pecuária.

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