País
Viseu, Arganil e Fafe desiludidos. Rali de Portugal fora do calendário do Mundial de 2027
É uma decisão que está a provocar indignação em especial no Norte e no Centro do país. A saída do Rali de Portugal do calendário do Mundial de 2027 apanha de surpresa autarcas e empresários e ameaça uma prova que todos os anos leva milhares de pessoas aos territórios, com impacto na hotelaria, restauração, comércio e emprego.
Fotografia: Rally de Portugal
O Rali de Portugal vai ficar fora do calendário do Campeonato do Mundo de Ralis (WRC) de 2027, revelou o Automóvel Club de Portugal (ACP), em comunicado: "alteração de última hora força intervalo na presença de um dos mais emblemáticos ralis do campeonato do mundo, admitindo-se regresso em 2028", pode ler-se na nota enviada pelo ACP.
Segundo a justificação do promotor do WRC é para procurar uma maior dispersão geográfica e intercontinental do campeonato.
No centro do país estava a decorrer um trabalho para reforçar a presença do Rally neste território, com Viseu a assumir um papel relevante, criando uma oportunidade excecional de promoção internacional e de retorno económico para toda a região. Esta oportunidade perde-se com esta decisão.
João Azevedo, presidente da Câmara Municipal de Viseu lembra esse trabalho preparatório para o evento que já estava em curso. E sublinha os prejuizos para a região mas essencialmente para o país.
Ouvido pela rádio pública Luís Paulo Costa, o presidente da Câmara Municipal de Arganil, um município profundamente ligado à Prova diz que é uma notícia muito triste com fortes impactos para o seu concelho.
Antero Barbosa, presidente da Câmara Municipal de Fafe, um território muito ligado a esta modalidade e ao Rally também refere que foi com tristeza que recebeu a novidade, que vai trazer fortes perdas para a economia local.
João Azevedo, presidente da Câmara Municipal de Viseu lembra esse trabalho preparatório para o evento que já estava em curso. E sublinha os prejuizos para a região mas essencialmente para o país.
Ouvido pela rádio pública Luís Paulo Costa, o presidente da Câmara Municipal de Arganil, um município profundamente ligado à Prova diz que é uma notícia muito triste com fortes impactos para o seu concelho.
Antero Barbosa, presidente da Câmara Municipal de Fafe, um território muito ligado a esta modalidade e ao Rally também refere que foi com tristeza que recebeu a novidade, que vai trazer fortes perdas para a economia local.