País
Greve de trabalhadores não docentes encerra escolas por todo o país
Esta segunda-feira, várias escolas não conseguiram abrir devido à greve dos trabalhadores não docentes. Uma paragem convocada por dois sindicatos - um dos trabalhadores do Estado e outro dos Profissionais da Educação.
O protesto prende-se com a contestação aos baixos salários e pouca valorização profissional destes trabalhadores.
Francisco Pinto, dirigente do Sindicato dos Profissionais da Educação revelou à RTP Notícias que há várias escolas no país que encerraram portas, superando já aquelas que eram as expetativas de adesão à greve, estimando em 80% de adesão no turno da manhã.
O sindicalista refere que a falta de novos incentivos torna o setor cada vez menos atrativo o que agrava a falta de profissionais nas escolas.
Além da questão salarial os trabalhadores não docentes continuam à espera de um enquadramento profissional próprio que o Governo prometeu.
Segundo o sindicato, a greve visa os trabalhadores não docentes, como assistentes operacionais, assistentes técnicos e técnicos especializados e superiores.
De acordo com um comunicado do Sinape, os trabalhadores não docentes - técnicos superiores, assistentes técnicos e operacionais reivindicam carreiras próprias, face à especificidade das funções.
O Sinape disse ainda que os trabalhadores "encontram-se em regime de precariedade consecutiva, sem carreira, sem progressão e sem reconhecimento funcional na administração pública".
De acordo com um comunicado do Sinape, os trabalhadores não docentes - técnicos superiores, assistentes técnicos e operacionais reivindicam carreiras próprias, face à especificidade das funções.
O Sinape disse ainda que os trabalhadores "encontram-se em regime de precariedade consecutiva, sem carreira, sem progressão e sem reconhecimento funcional na administração pública".