Neuropediatra alerta que diagnóstico tardio de doença rara pode ter impacto no tratamento

A pandemia fez com que muitos utentes adiassem a ida ao hospital. Uma das consequências é o atraso no diagnóstico de problemas de saúde. No caso concreto das doenças raras, a situação é mais complicada, já que a falta de tratamento atempado pode ter consequências definitivas para a saúde do doente.

Antena 1 /

Foto: Arquivo Reuters

Ouvido pela Antena 1, o médico José Pedro Vieira, neuropediatra do Hospital Dona Estefânia, em Lisboa, alerta para a importância de as pessoas procurarem ajuda o mais cedo possível. O neuropediatra do hospital D. Estefânia avisa que o diagnóstico tardio de uma doença rara pode ter impacto no tratamento.

No próximo domingo assinala-se o dia mundial das doenças raras, doenças que afetam pelo menos cinco em cada 10 mil pessoas.

Metade das doenças raras são pediátricas e dois terços de origem genética - ou seja, estão presentes desde o nascimento. Em muitos casos, são fatais nos primeiros anos de vida.
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