País
"Ninguém tem prazer" em mexer no lixo. Associação Crescer alerta para impacto social do sistema Volta
A quantidade de lixo espalhado pelas ruas por causa do sistema Volta tem sido notícia nos últimos dias. A associação Crescer sublinha que muitas das pessoas que procuram embalagens no lixo fazem por desespero.
Esta semana, o presidente da Câmara de Lisboa, Carlos Moedas, lançou críticas ao impacto que o sistema Volta está a provocar devido às situações de lixo remexido na cidade.
Américo Nave, da associação Crescer, sublinha que esta não é apenas uma questão de lixo nas ruas, mas também uma questão social que impacta as pessoas em situação de sem-abrigo em Lisboa.
O responsável sublinha, em declarações à RTP Antena 1, que muitas das pessoas que procuram embalagens no lixo para receber os dez cêntimos fazem-no por desespero. Américo Nave afirma que, para quem vive na rua, procurar embalagens para receber os dez cêntimos é apenas
mais uma forma de conseguir algum dinheiro.
O diretor-executivo da associação Crescer enfatiza que o dinheiro conseguido com o Volta passa a fazer parte dos rendimentos de quem vive na rua, podendo contribuir para perpetuar uma situação da qual é difícil sair. Na quarta-feira, a ministra do Ambiente admitiu que as queixas de lixo remexido nas ruas relacionadas com o sistema Voltaestão ligadas a situações sociais.
Esta semana, a ministra Maria da Graça Carvalho adiantou também que o Governo está a estudar soluções para separar garrafas e latas do lixo restante como já acontece noutros países europeus.
Américo Nave, da associação Crescer, sublinha que esta não é apenas uma questão de lixo nas ruas, mas também uma questão social que impacta as pessoas em situação de sem-abrigo em Lisboa.
O responsável sublinha, em declarações à RTP Antena 1, que muitas das pessoas que procuram embalagens no lixo para receber os dez cêntimos fazem-no por desespero. Américo Nave afirma que, para quem vive na rua, procurar embalagens para receber os dez cêntimos é apenas
mais uma forma de conseguir algum dinheiro.
O diretor-executivo da associação Crescer enfatiza que o dinheiro conseguido com o Volta passa a fazer parte dos rendimentos de quem vive na rua, podendo contribuir para perpetuar uma situação da qual é difícil sair. Na quarta-feira, a ministra do Ambiente admitiu que as queixas de lixo remexido nas ruas relacionadas com o sistema Voltaestão ligadas a situações sociais.
Esta semana, a ministra Maria da Graça Carvalho adiantou também que o Governo está a estudar soluções para separar garrafas e latas do lixo restante como já acontece noutros países europeus.