País
Novas normas para juntas médicas já estão em vigor
As novas normas de funcionamento das juntas médicas que decidem as reformas antecipadas entram hoje em vigor. Entre as alterações contempladas, a nova legislação determina que as juntas passam a ser constituídas apenas por médicos.
As alterações ao funcionamento dos processos de avaliação estão determinadas nos diplomas publicados em "Diário da República" quarta-feira e que hoje entram em vigor, alterando as equipas da Caixa Geral de Aposentações (CGA), ADSE e comissões de verificação de incapacidades no âmbito da Segurança Social que decidem as aposentações antecipadas por motivo de doença incapacitante para o trabalho.
Para já duas as alterações mais vísiveis no funcionamento das avaliações médicas. A primeira refere-se à composição das juntas, que passam a ser integradas unicamente por médicos, no número de três, quando antes eram compostas por dois médicos e um representante ou director de serviço da ADSE ou da própria CGA.
A segunda alteração respeita à possibilidade aberta pela nova legislação de, caso a reforma seja recusada numa primeira junta médica, o requerente poder pedir nova avaliação. A junta de recurso passa a integrar um médico indicado pelo requerente e os pareceres existentes de especialistas. Em caso de nova recusa, o "doente" paga uma taxa de 25 euros.
As mudanças foram aprovadas em Conselho de Ministros há mais de meio ano. Na altura foi a solução encontrada pelo Governo para responder a casos polémicos, em particular os de três professores que morreram no activo depois de lhes terem sido recusadas as reformas pela juntas médicas.
Para já duas as alterações mais vísiveis no funcionamento das avaliações médicas. A primeira refere-se à composição das juntas, que passam a ser integradas unicamente por médicos, no número de três, quando antes eram compostas por dois médicos e um representante ou director de serviço da ADSE ou da própria CGA.
A segunda alteração respeita à possibilidade aberta pela nova legislação de, caso a reforma seja recusada numa primeira junta médica, o requerente poder pedir nova avaliação. A junta de recurso passa a integrar um médico indicado pelo requerente e os pareceres existentes de especialistas. Em caso de nova recusa, o "doente" paga uma taxa de 25 euros.
As mudanças foram aprovadas em Conselho de Ministros há mais de meio ano. Na altura foi a solução encontrada pelo Governo para responder a casos polémicos, em particular os de três professores que morreram no activo depois de lhes terem sido recusadas as reformas pela juntas médicas.