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O caça mais avançado do Pentágono entrou em missão de combate na campanha aérea americana
O caça mais avançado do Pentágono entrou em missão de combate na campanha aérea americana contra o ISIS,o auto-denominado Estado Islâmico.
Foto: reuters
O F-22 Raptor atacou alvos na Síria por ser dificilmente perceptível pela anti-aérea das Forcas armadas de Damasco.
Altos responsáveis do Pentágono confirmaram a estreia do F-22, não deram pormenores sobre os alvos atacados por este aparelho, disseram apenas que o Raptor cumpriu uma missão de ataque durante várias horas.
O aparelho é um dos mais caros de sempre da aviação militar dos Estados Unidos.
O programa dos F-22 custou 67 mil milhões de dólares com a construção de apenas 188 aviões.
Apesar das características excepcionais do F-22, os decisores do Pentágono têm manifestado relutância no uso deste caça em combate e por um motivo particular.
O F-22 tem, segundo os responsáveis militares, capacidades acima das necessárias para o tipo de ameaças que os Estados Unidos têm enfrentado nas últimas décadas.
O Raptor é hábil, evita com grandes resultados a deteção por uma força hostil como é caso das baterias anti-aéreas, voa mais alto e com maior rapidez e consegue lançar bombas guiadas com uma distância superior do que qualquer outro caça .
Com sensores sofisticados processa uma visão detalhada do campo de batalha e permite a coordenação mais fácil de ataques com outros aviões.
A maior parte das capacidades do F 22 Raptor continua a ter o selo de informação classificada.
Os Estados Unidos estacionaram até agora F22 Raptor no Japão e nos Emirados Árabes Unidos como arma de dissuasão face à Coreia do Norte e ao Irão mas nunca o tinham usado em combate.