Obra para novo sistema de abastecimento de água em Sintra

A obra que vai dotar o concelho de Sintra de um novo sistema de abastecimento de água, orçada em quatro milhões de euros, foi hoje lançada e estará concluída em 2006, disse à Lusa fonte dos Serviços Municipalizados.

Agência LUSA /

O auto de consignação da empreitada do sistema adutor Quinta Grande - Morelena foi hoje assinado pela Câmara Municipal de Sintra e os Serviços Municipalizados (SMAS).

Segundo os SMAS, a obra vai permitir "resolver definitivamente as carências de água de toda a zona Norte e Oeste do concelho de Sintra".

A empreitada, entregue ao consórcio CME/JODOFER, é a primeira fase de uma obra mais extensa.

A primeira fase corresponde à conduta adutora de 500 milímetros que se inicia em Carenque - Mercês, na zona da Quinta Grande até Morelana, e inclui a conduta entre Raposeira e Sabugo, bem como a estação elevatória de Sabugo e as condutas elevatórias ao Reservatório do Vale de Lobos.

Esta obra, orçada em quatro milhões de euros (mais IVA) e com um prazo de execução de 450 dias, inclui ainda a conduta adutora a Pero Pinheiro e a remodelação das condutas distribuidoras em Morelena.

Na segunda fase, já em concurso, haverá a empreitada de remodelação de condutas de águas e instalação de rede de esgotos domésticos e pluviais em Vale de Lobos, com custos na ordem de 2.300.000, mais IVA.

Numa terceira fase será aberto concurso para a instalação da rede de esgotos em Almornos e Mancebas para o Reservatório de Cortegaça e para a ampliação do Reservatório de Morelena, obras que terão custos de cerca de 2.000.000 de euros, mais IVA.

A obra em consignação vai permitir reforçar o abastecimento de água a Pero Pinheiro, Montelavar e zonas envolventes.

"Com a entrada em funcionamento deste eixo adutor, haverá uma maior disponibilidade no sistema Mercês/Pedra da Granja/Casas Novas, melhorando por consequência o abastecimento à zona litoral e Norte do concelho e criando uma nova solução de abastecimento para outras áreas" do município no caso de necessidade de qualquer intervenção na rede de abastecimento, afirmam os SMAS.

AH Lusa/Fim


PUB