País
Oeiras Valley Science Festival. Um laboratório vivo de ciência e inovação
Oeiras voltou a ser palco da ciência e da criatividade com a realização do Oeiras Valley Science Festival, que decorreu até este domingo, no Taguspark. Um festival que teve a presença de milhares de alunos, através de visitas no âmbito escolar, o evento marca uma estreia com uma programação dedicada às áreas STEAM (Ciência, Tecnologia, Engenharia, Arte e Matemática), tendo como tema central a Inteligência Artificial.
Organizado pela Câmara Municipal de Oeiras, em parceria com o Taguspark e promovido pela The Science Project, o festival pretende aproximar a ciência da comunidade, estimular vocações e promover o pensamento crítico nas novas gerações.
A ciência no centro da educação e debate público
A autarquia de Oeiras quer preparar-se e preparar o cidadão para o futuro, ao apostar em eventos como este, reforçando a estratégia do municipio enquanto hub nacional de ciência e tecnologia. Para o Presidente da Câmara, Isaltino Morais, esta é uma forma de investir num futuro mais justo e sustentável através da educação científica.
“O Festival é reflexo de um compromisso com a inovação e o conhecimento. Queremos inspirar os jovens e prepará-los para os desafios do futuro”, destacou o autarca.
Um evento de divulgação e comunicação cientifica que esteve a cargo do professor e investigador Alexandre Quintanilha, que realça a importância de trazer a inteligência artificial para o centro do debate público.
As atividades contam com o apoio de entidades como a Ciência Viva, Science4you, Polícia Judiciária, Instituto Superior Técnico, entre muitas outras.
Um espaço de encontro entre o conhecimento e a comunidade, onde os jovens poderam sentir e imaginar o futuro, tendo ciência ao alcance das mãos.
A autarquia de Oeiras quer preparar-se e preparar o cidadão para o futuro, ao apostar em eventos como este, reforçando a estratégia do municipio enquanto hub nacional de ciência e tecnologia. Para o Presidente da Câmara, Isaltino Morais, esta é uma forma de investir num futuro mais justo e sustentável através da educação científica.
“O Festival é reflexo de um compromisso com a inovação e o conhecimento. Queremos inspirar os jovens e prepará-los para os desafios do futuro”, destacou o autarca.
Um evento de divulgação e comunicação cientifica que esteve a cargo do professor e investigador Alexandre Quintanilha, que realça a importância de trazer a inteligência artificial para o centro do debate público.
“A IA é uma das forças mais transformadoras da atualidade. Ao discutir estes temas com os jovens, estamos a fomentar a curiosidade e a literacia científica”, afirmou.
Nos primeiros três dias, o festival foi especialmente dedicado às visitas escolares, com a participação de estudantes desde o pré-escolar até ao secundário, onde os jovens tiveram a oportunidade de construir robôs com materiais reciclados, revelar impressões digitais, observar o mundo ao microscópio, pedalar para gerar energia ou mesmo criar arte digital com recurso a algoritmos.
Um mundo cada vez mais digital, onde a Inteligência Artificial está cada vez mais enraizada.
As atividades contam com o apoio de entidades como a Ciência Viva, Science4you, Polícia Judiciária, Instituto Superior Técnico, entre muitas outras.
Os principais visitantes - e os mais curiosos - foram os alunos das escolas do concelho, como a Bárbara, de 13 anos.
"Este festival serviu para conhecer mais sobre ciências e a ideia surgiu por parte da nossa professora. Então achamos interessante e viemos, porque normalmente nós estamos aqui para aprender mais ciências. Entre nós queremos mais experiências com coisas mais físicas, com microscópios ou outras coisas".
"Este festival serviu para conhecer mais sobre ciências e a ideia surgiu por parte da nossa professora. Então achamos interessante e viemos, porque normalmente nós estamos aqui para aprender mais ciências. Entre nós queremos mais experiências com coisas mais físicas, com microscópios ou outras coisas".
E quando perguntamos a estes jovens o que é a Inteligência Artificial, até podem não saber ao promenor o que é, mas o Rodrigo de 13 anos diz muito afirmativamente que a "IA é uma máquina de fazer tarefas", já a Maria Luísa, da mesma turma, pensa que a "IA constrói coisas que ainda não existem".
Quando se lhes pergunta se já recorreram à Inteligência Artificial, como o ChatGPT, a resposta é clara: "Sim! para nos ajudar nos trabalhos da escola, como PowerPoints ou pesquisar alguns assuntos".
"Mas pode correr mal", diz Rita Maia de 12 anos, "porque se as pessoas não tiverem a mentalidade certa para a usar, pode correr mal". Contudo, admite que é "uma ferramenta que pode revolucionar o mundo".
Um mundo em constante mudança que a mente humana insiste em adaptar-se e que os mais novos podem e vão fazer a diferença neste globo cada vez mais digital e tecnologicamente mais rápido.
Esta iniciativa do Oeiras Valley Science Festival serviu também para debater ideias onde ciência e IA estiveram, de mão dadas, através de vários debates com investigadores, cientistas e atores da sociedade civil, que culminou num fim-de-semana aberto ao público, onde não faltaram atividades e muita mostra de ciência.
Um espaço de encontro entre o conhecimento e a comunidade, onde os jovens poderam sentir e imaginar o futuro, tendo ciência ao alcance das mãos.