Oliveira Martins preocupado com lugar de Portugal no Índice de Perceção da Corrupção

A posição ocupada por Portugal no Índice de Perceção da Corrupção não agrada ao presidente do Tribunal de Contas e do Conselho de Prevenção da Corrupção, Guilherme d’Oliveira Martins.

Augusta Henriques /
Em declarações à agência Lusa, Guilherme d’Oliveira Martins confessa que está preocupado com esta realidade e defende que é preciso aumentar o combate à economia paralela e ter mais eficácia na cobrança de impostos.

O responsável salienta como passos importantes a colaboração com o Ministério Público e a investigação criminal. No entanto, o Guilherme d’Oliveira Martins reconhece que a crise favorece fenómenos como a economia paralela.

Numa lista de 176 países, Portugal surge este ano em 33º no Índice de Perceção da Corrupção de 2012. Portugal apresenta uma classificação de 63, numa escala de 0 a 100, que vai de muito corrupto a muito limpo.

O ‘ranking’, elaborado pela organização não-governamental Transparency Internacional, coloca Portugal na mesma posição do que Butão e Porto Rico.

(com Sandra Henriques)
PUB