País
Onda de frio acciona alerta por todo o país
Oito distritos do Continente estão sob Alerta Amarelo e um outro em Alerta Laranja, devido à massa de ar frio que está a atravessar Portugal. Também todo o Arquipélago dos Açores está este domingo sob Alerta Amarelo, mas devido à previsão de trovoadas, agitação marítima e vento forte.
Na sequência da previsão de temperaturas muito baixas, o Instituto de Meteorologia (IM) mantém sob Alerta Amarelo os distritos Viana do Castelo, Braga, Vila Real, Bragança, Aveiro, Castelo Branco, Santarém e Setúbal. No distrito de Évora, o nível de alerta subiu para Laranja e Beja regressou ao nível normal.
Apesar de as temperaturas mais baixas terem sido registadas no Norte do país, Évora é o distrito com o alerta mais preocupante, o segundo mais elevado, por ter atingido os 2,6 graus negativos, temperatura considerada muito baixa para a região.
As baixas temperaturas estão a ser provocadas por uma massa de ar frio, sendo a cidade de Bragança a mais fustigada pelas baixas temperaturas. A temperatura mínima prevista para a cidade transmontana é de sete graus negativos.
Em Braga, a cidade também ultrapassou o zero do termómetro e mantém a previsão de mínima nos três graus negativos.
Faro foi uma das cidades poupadas à massa de ar frio e registou nove graus, a temperatura mais alta verificada em Portugal Continental.
As temperaturas estão baixas para a época, mas a situação vai alterar-se a partir de terça-feira, quando deverá ocorrer uma subida significativa da temperatura.
Protecção Civil e DGS aconselham cautelas
A Protecção Civil e a Direcção-Geral de Saúde (DGS)recomendam precaução perante a baixa das temperaturas.
A DGS lembra que a exposição ao frio pode agravar doenças cardíacas e respiratórias, podendo ainda levar ao enregelamento e hipotermia.
No seu sítio na Internet, a DGS alerta que bebés e idosos, bem como as pessoas com doenças crónicas (cardíacas, vasculares, respiratórias, reumáticas, diabetes e doenças da tiróide), com perturbações da memória, problemas de saúde mental, alcoolismo ou demência constituem o grupo de maior risco com as baixas temperaturas.
Deve ainda ser dada particular atenção às pessoas que tomam medicamentos psicotrópicos ou anti-inflamatórios, que têm redução da mobilidade e dificuldades na realização das actividades da vida diária ou que estão mais isoladas e em situação de exclusão social.
No seu site, a Autoridade Nacional de Protecção Civil aconselha recomenda o uso de várias camadas de roupa em vez de uma única peça de tecido grosso e desaconselhando o consumo excessivo de electricidade, sob pena de "sobrecarregar a rede originando falhas locais de energia".
Um aviso especial é ainda feito relativamente aos perigos das lareiras, braseiras e aquecedores a gás, cuja combustão em lugares fechados sem renovação de ar pode originar a produção um gás letal (monóxido de carbono), queimaduras, choques eléctricos e incêndios domésticos.
Apesar de as temperaturas mais baixas terem sido registadas no Norte do país, Évora é o distrito com o alerta mais preocupante, o segundo mais elevado, por ter atingido os 2,6 graus negativos, temperatura considerada muito baixa para a região.
As baixas temperaturas estão a ser provocadas por uma massa de ar frio, sendo a cidade de Bragança a mais fustigada pelas baixas temperaturas. A temperatura mínima prevista para a cidade transmontana é de sete graus negativos.
Em Braga, a cidade também ultrapassou o zero do termómetro e mantém a previsão de mínima nos três graus negativos.
Faro foi uma das cidades poupadas à massa de ar frio e registou nove graus, a temperatura mais alta verificada em Portugal Continental.
As temperaturas estão baixas para a época, mas a situação vai alterar-se a partir de terça-feira, quando deverá ocorrer uma subida significativa da temperatura.
Protecção Civil e DGS aconselham cautelas
A Protecção Civil e a Direcção-Geral de Saúde (DGS)recomendam precaução perante a baixa das temperaturas.
A DGS lembra que a exposição ao frio pode agravar doenças cardíacas e respiratórias, podendo ainda levar ao enregelamento e hipotermia.
No seu sítio na Internet, a DGS alerta que bebés e idosos, bem como as pessoas com doenças crónicas (cardíacas, vasculares, respiratórias, reumáticas, diabetes e doenças da tiróide), com perturbações da memória, problemas de saúde mental, alcoolismo ou demência constituem o grupo de maior risco com as baixas temperaturas.
Deve ainda ser dada particular atenção às pessoas que tomam medicamentos psicotrópicos ou anti-inflamatórios, que têm redução da mobilidade e dificuldades na realização das actividades da vida diária ou que estão mais isoladas e em situação de exclusão social.
No seu site, a Autoridade Nacional de Protecção Civil aconselha recomenda o uso de várias camadas de roupa em vez de uma única peça de tecido grosso e desaconselhando o consumo excessivo de electricidade, sob pena de "sobrecarregar a rede originando falhas locais de energia".
Um aviso especial é ainda feito relativamente aos perigos das lareiras, braseiras e aquecedores a gás, cuja combustão em lugares fechados sem renovação de ar pode originar a produção um gás letal (monóxido de carbono), queimaduras, choques eléctricos e incêndios domésticos.