País
Operação D’Arte Asas III. PJ faz buscas relacionadas com processo do BPP
A Polícia Judiciária desencadeou esta terça-feira oito diligências de busca nas regiões de Lisboa, Aveiro e Porto, incluindo a residência de Maria de Jesus Rendeiro, mulher do antigo banqueiro João Rendeiro. Em causa estão suspeitas da “prática dos crimes de branqueamento e de descaminho” relativos a fundos que terão sido “retirados do Banco Privado Português”.
“Os factos em investigação são suscetíveis de integrar a prática dos crimes de branqueamento e de descaminho, relacionados com fundos que se suspeita terem sido retirados do Banco Privado Português, assim como com as obras de arte apreendidas a João Rendeiro no âmbito de processo no qual se encontra condenado”, lê-se em comunicado da polícia de investigação criminal.As diligências abrangeram a residência da mulher do antigo banqueiro João Rendeiro, Maria de Jesus Rendeiro, na Quinta Patino, em Cascais.
No mesmo comunicado, a Judiciária indica que “a operação em curso” está a ser dirigida por dois magistrados do Ministério Público, com a coadjuvação da Polícia Judiciária, através da Unidade Nacional de Combate à Corrupção”. Cinco das buscas são domiciliárias. Outras duas são “não domiciliárias”. Os investigadores deslocaram-se também a um “escritório de advogado”.
“Estas diligências foram ordenadas na sequência das buscas realizadas no dia 03/11/2021 com vista à recolha de prova complementar, assim como à recuperação de produto do crime”, conclui o comunicado, no qual se sublinha ainda que “o inquérito está sujeito a segredo de justiça”.
No mesmo comunicado, a Judiciária indica que “a operação em curso” está a ser dirigida por dois magistrados do Ministério Público, com a coadjuvação da Polícia Judiciária, através da Unidade Nacional de Combate à Corrupção”. Cinco das buscas são domiciliárias. Outras duas são “não domiciliárias”. Os investigadores deslocaram-se também a um “escritório de advogado”.
“Estas diligências foram ordenadas na sequência das buscas realizadas no dia 03/11/2021 com vista à recolha de prova complementar, assim como à recuperação de produto do crime”, conclui o comunicado, no qual se sublinha ainda que “o inquérito está sujeito a segredo de justiça”.