País
Operação "Gama". PJ apreende no Alentejo mais de 80 mil litros de "droga da violação"
O produto, explica em comunicado a Polícia Judiciária, estava “repartido em contentores de mil litros e em diversos frascos”.
Foram apreendidos no Alentejo 82 mil litros de gama-butirolactona, ou GBL, substância também conhecida como “droga da violação”. O desfecho da Operação “Gama” foi revelado esta quinta-feira pela Polícia Judiciária.
A operação foi levada a cabo pela Unidade Nacional de Combate ao Tráfico de Estupefacientes. A droga em causa encontrava-se distribuída por “contentores de mil litros e em diversos frascos”.
“Foram, também, apreendidos centenas de frascos vazios, preparados e etiquetados, prontos para entrarem no mercado sob outras designações e, ainda, centenas de rolos e rótulos autocolantes para rotular os frascos como sendo produtos de limpeza”, lê-se em comunicado da polícia de investigação criminal.“A investigação da PJ iniciou-se em novembro de 2025 na sequência de cooperação policial e em estreita colaboração e articulação com a Autoridade Tributária e Aduaneira”.
Ainda segundo a Judiciária, “foi possível determinar que um grupo constituído por cidadãos nacionais e estrangeiros, após proceder à aquisição de empresas licenciadas para o comércio por grosso, importação e exportação de produtos químicos e detergentes e, conhecendo as falhas e vulnerabilidades do sistema de fiscalização e controlo de exportações destes produtos em Portugal, aproveitou-se e diligenciou pelo envio de vários milhares de litros para mercados ilícitos em todo o mundo, utilizando documentação e certificados falsificados”.
O GBL, explicita a PJ, “é uma substância de venda livre na Internet que, quando ingerida, produz efeitos semelhantes aos provocados pela ingestão de Gama-hidroxibutirato (GHB), substância esta que a legislação nacional classifica como droga ilícita, tornando-se um depressor do sistema nervoso central, com efeitos psicoativos severos”.
As substâncias referidas pela Polícia Judiciária “são conhecidas como droga da violação devido às sensações de excitação e falta de inibição que provocam no organismo”.
A Europol, assinala por último a PJ, “tem vindo a alertar para o facto de o tráfico de estupefacientes ser, hoje, uma das maiores ameaças à segurança europeia, exigindo uma resposta firme e coordenada de todos os Estados-membros”.
A operação foi levada a cabo pela Unidade Nacional de Combate ao Tráfico de Estupefacientes. A droga em causa encontrava-se distribuída por “contentores de mil litros e em diversos frascos”.
“Foram, também, apreendidos centenas de frascos vazios, preparados e etiquetados, prontos para entrarem no mercado sob outras designações e, ainda, centenas de rolos e rótulos autocolantes para rotular os frascos como sendo produtos de limpeza”, lê-se em comunicado da polícia de investigação criminal.“A investigação da PJ iniciou-se em novembro de 2025 na sequência de cooperação policial e em estreita colaboração e articulação com a Autoridade Tributária e Aduaneira”.
Ainda segundo a Judiciária, “foi possível determinar que um grupo constituído por cidadãos nacionais e estrangeiros, após proceder à aquisição de empresas licenciadas para o comércio por grosso, importação e exportação de produtos químicos e detergentes e, conhecendo as falhas e vulnerabilidades do sistema de fiscalização e controlo de exportações destes produtos em Portugal, aproveitou-se e diligenciou pelo envio de vários milhares de litros para mercados ilícitos em todo o mundo, utilizando documentação e certificados falsificados”.
O GBL, explicita a PJ, “é uma substância de venda livre na Internet que, quando ingerida, produz efeitos semelhantes aos provocados pela ingestão de Gama-hidroxibutirato (GHB), substância esta que a legislação nacional classifica como droga ilícita, tornando-se um depressor do sistema nervoso central, com efeitos psicoativos severos”.
As substâncias referidas pela Polícia Judiciária “são conhecidas como droga da violação devido às sensações de excitação e falta de inibição que provocam no organismo”.
A Europol, assinala por último a PJ, “tem vindo a alertar para o facto de o tráfico de estupefacientes ser, hoje, uma das maiores ameaças à segurança europeia, exigindo uma resposta firme e coordenada de todos os Estados-membros”.