Operação Influencer. Arguidos ficam todos em liberdade

Os cinco detidos no âmbito da Operação Influencer viram cair os crimes de corrupção e de prevaricação de que estavam indiciados pelo Ministério Público.

RTP /

Foto: Filipe Amorim - Lusa

Diogo Lacerda Machado, amigo do primeiro-ministro, é o que tem a medida de coação mais pesada: terá de pagar uma caução de 150 mil euros e fica proibido de se ausentar do país.

O juiz considera que Lacerda Machado está fortemente indiciado pela prática de um crime de tráfico de influências, mas deixou cair os crimes de corrupção ativa e prevaricação que o Ministério Público tinha apontado.

Vítor Escária, o ex-chefe de gabinete do primeiro-ministro, também fica impedido de sair do país e está indiciado pelo crime de tráfico de influências, em co-autoria com Diogo Lacerda Machado. O juiz de instrução criminal não validou o crime de prevaricação.

Os outros arguidos que estavam detidos ficam apenas com termo de identidade e residência (TIR). O presidente da Câmara de Sines deixou de estar indiciado por qualquer crime.

Os dois administradores da Start Campus vão responder por tráfico de influência e a empresa terá de pagar uma caução no valor de 600 mil euros.
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