País
Ordem dos Médicos saúda adiamento do novo sistema de acesso a consultas e cirurgias
A Ordem dos Médicos saúda o adiamento do novo Sistema Nacional de Acesso a Consulta e Cirurgia, ao qual tinha apontado erros e omissões, alertando que podia prejudicar o acesso e a prioridade clínica dos utentes.
O bastonário da Ordem dos Médicos afirmou à RTP Antena 1 que é positivo que o novo sistema de gestão de listas de espera não tenha arrancado mal.
Para Carlos Cortes, o sistema informático “ainda não está preparado” e não existe “nenhum manual de utilização”.
O bastonário diz que não se sabe qual a nova data para arrancar o novo sistema de gestão de listas de espera, mas lembra que deve ser com brevidade, porque há muitos doentes à espera. “Queremos que o SNS continue a responder, e que continue a responder sobretudo numa área em que temos, neste momento, 200 mil doentes à espera de cirurgia”, acrescentou.
A Ordem dos Médicos tinha igualmente apontado a necessidade de esclarecer as condições de acesso, prioridade clínica e rastreabilidade dos doentes que aguardam pequenas cirurgias, uma situação garantida pelo grupo de trabalho que entretanto será criado para rever a definição da pequena cirurgia e no qual os médicos terão assento.
Segundo os dados provisórios mais recentes disponíveis no Portal da Transparência do SNS e citados pela Ordem dos Médicos, em maio havia 278.394 doentes na Lista de Inscritos para Cirurgia. Destes, 87.246 (cerca de 31 por cento), aguardavam há mais de 180 dias.
O bastonário diz que não se sabe qual a nova data para arrancar o novo sistema de gestão de listas de espera, mas lembra que deve ser com brevidade, porque há muitos doentes à espera. “Queremos que o SNS continue a responder, e que continue a responder sobretudo numa área em que temos, neste momento, 200 mil doentes à espera de cirurgia”, acrescentou.
A Ordem dos Médicos tinha igualmente apontado a necessidade de esclarecer as condições de acesso, prioridade clínica e rastreabilidade dos doentes que aguardam pequenas cirurgias, uma situação garantida pelo grupo de trabalho que entretanto será criado para rever a definição da pequena cirurgia e no qual os médicos terão assento.
Segundo os dados provisórios mais recentes disponíveis no Portal da Transparência do SNS e citados pela Ordem dos Médicos, em maio havia 278.394 doentes na Lista de Inscritos para Cirurgia. Destes, 87.246 (cerca de 31 por cento), aguardavam há mais de 180 dias.
A Ordem dos Médicos sublinha ainda a importância de garantir a inscrição, a prioridade clínica e a rastreabilidade dos doentes que aguardam pequenas cirurgias, bem como uma "monitorização pública e regular" das listas de espera e dos tempos máximos de resposta para consultas e cirurgias.
c/ Lusa