Origem do problema poderá estar no tratamento - Ministério do Ambiente e Quercus
Lisboa, 06 Jan (Lusa) - O excesso de alumínio detectado na água que serve a cidade de Évora terá sido causado pelo tratamento que é feito para limpar a turvação, defenderam hoje o Ministério do Ambiente e a associação ambientalista Quercus.
"Até ao momento não foi registado excesso de alumínio em mais lado nenhum, das barragens tuteladas pelo INAG [Instituto Nacional da Água]. O problema não teve a ver com a barragem, teve a ver com o tratamento", disse à agência Lusa fonte do ministério.
Francisco Ferreira, da Quercus, afirmou que "tudo indica que a origem esteja no tratamento", já que para tratar a água é necessário utilizar sulfato de alumínio, que deverá ter sido colocado em demasia para limpar o excesso de sujidade da água decorrente das enxurradas.