País
Pequenos e médios empresários transportadores criam ANTP
Os promotores da paralisação nacional de camionistas da passada semana contra o aumento dos combustíveis concretizam amanhã a criação de uma nova Associação Nacional das Transportadoras Portuguesas (ANTP). A nova estrutura pretende representar os pequenos e médios empresários.
Os empresários que não se sentem representados pela Associação Nacional de Transportes Rodoviários de Mercadorias (ANTRAM) concretizam amanhã uma das promessas saídas da paralisação da semana passada com a criação da nova Associação Nacional das Transportadoras Portuguesas (ANTP).
O movimento que manteve a recente paralisação nacional do sector contra o aumento dos combustíveis pretende assim ter à disposição dos pequenos e médios transportadores uma alternativa à ANTRAM que, recorde-se, se demarcou da paralisação dos camionistas.
Da comissão instaladora da ANTP fazem parte empresários do sector que colaboraram e lideraram o protesto nacional da semana passada bem como várias "empresas de renome" na área dos transportes, segundo explicou António Lóios, porta-voz do movimento que manteve a paralisação.
António Lóios referiu ainda que o objectivo desta nova estrutura é "promover a defesa dos interesses da classe junto de todos os sectores públicos e privados existentes no País", contando já com cerca de 400 sócios fundadores.
A futura associação terá o conceito de "um empresário, um voto", uma norma que António Lóios classifica como a mais "democrática possível" e quer ser vista como um interlocutor do Governo e do poder político, em quaisquer medidas que sejam aprovadas, procurando proteger os "pequenos e médios empresários" da "ganância dos poderosos".
O movimento que manteve a recente paralisação nacional do sector contra o aumento dos combustíveis pretende assim ter à disposição dos pequenos e médios transportadores uma alternativa à ANTRAM que, recorde-se, se demarcou da paralisação dos camionistas.
Da comissão instaladora da ANTP fazem parte empresários do sector que colaboraram e lideraram o protesto nacional da semana passada bem como várias "empresas de renome" na área dos transportes, segundo explicou António Lóios, porta-voz do movimento que manteve a paralisação.
António Lóios referiu ainda que o objectivo desta nova estrutura é "promover a defesa dos interesses da classe junto de todos os sectores públicos e privados existentes no País", contando já com cerca de 400 sócios fundadores.
A futura associação terá o conceito de "um empresário, um voto", uma norma que António Lóios classifica como a mais "democrática possível" e quer ser vista como um interlocutor do Governo e do poder político, em quaisquer medidas que sejam aprovadas, procurando proteger os "pequenos e médios empresários" da "ganância dos poderosos".