País
Piloto está bem. Autoridades procuram avião que caiu no Rio Zêzere
Foram esta manhã retomadas as buscas para encontrar o avião de combate a incêndios que caiu esta quarta-feira no Rio Zêzere, na zona de Trizio. O aparelho despenhou-se quando fazia a recolha de água.
O piloto conseguiu sair ileso do avião e nadar até à margem. O aparelho ajudava no combate a um incêndio em Ansião, no distrito de Leiria, quando se despenhou.
De acordo com a Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil, o avião anfíbio médio FireBoss, de indicativo operacional Alfa 8, do Dispositivo Especial de Combate a Incêndios Rurais, sofreu "um acidente quando efetuava uma manobra de 'scooping' (recolha de água)" no Zêzere, na zona de Trizio.
"O alerta foi dado às 16:46, tendo sido acionados os meios de socorro, onde se incluiu um avião de reconhecimento e um helicóptero de reconhecimento, avaliação e coordenação ao serviço da ANEPC que de imediato reconheceram o local por forma identificar a localização do acidente", diz a ANEPC.
A Autoridade Nacional de Proteção Civil garante que as causas do acidente vão ser apuradas pelas "entidades com competência em matéria de investigação de acidentes com aeronaves".
Fonte do Gabinete de Prevenção e Investigação de Acidentes com Aeronaves e de Acidentes Ferroviários (GPIAAF) disse à agência Lusa que a entidade foi notificado do acidente, acrescentando que irá proceder à respetiva investigação.
Fonte do Gabinete de Prevenção e Investigação de Acidentes com Aeronaves e de Acidentes Ferroviários (GPIAAF) disse à agência Lusa que a entidade foi notificado do acidente, acrescentando que irá proceder à respetiva investigação.
Avião procura-se
Já esta manhã, pelas 7h00, foram retomadas as buscas pelo aparelho que se despenhou e afundou no rio.
Em direto no Bom Dia Portugal, Paulo Mariano, comandante dos Bombeiros Voluntários de Cernache de Bonjardim, afirmou que nesta altura o objetivo passa por "encontrar a aeronave que se encontra submersa".
Diz este responsável que se trata de um "trabalho longo" uma vez que no local onde o aparelho está a água tem uma profundidade de "entre 20 a 40 metros, com visibilidade quase zero".
"Vai ser feito às apalpadelas", disse Paulo Mariano.
Depois de localizado o avião, a fase seguinte passa por, em conjunto com o dona da empresa da aeronave, trazer o aparelho para a superfície. "São operações complexas" que vão demorar tempo, afirmou o comandante dos Bombeiros .