"Pior é o cheiro que não se sente", proprietário da fábrica

Azambuja, Lisboa, 20 set (Lusa) -- Amaro Santos está há quase 24 horas a ver chamas consumirem um dos edifícios da sua fábrica de madeiras na Azambuja: "pior é o cheiro que não se sente", comenta enquanto os trabalhos de rescaldo prosseguem.

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Pelas 11:30 de hoje o cheiro ainda era intenso, no céu elevam-se colunas de fumo escuro e eram avistadas algumas chamas num edifício reduzido a escombros.

O cheiro e a meia dúzia de curiosos junto à rede da fábrica e as viaturas dos diretos das televisões ajudavam a encontrar o local que começou a arder pelas 15:00 de domingo.

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