País
Polícia abate sequestradores em dependência do BES
O Grupo de Operações Especiais da Polícia de Segurança Pública levou a cabo uma operação relâmpago para libertar os dois funcionários do BES mantidos como reféns durante cerca de oito horas. Os dois sequestradores foram atingidos por disparos da polícia. Um dos assaltantes morreu no local.
A intervenção do Grupo de Operações Especiais ocorreu às 23h23, depois de os assaltantes - dois cidadãos brasileiros com idades compreendidas entre os 20 e os 30 anos - terem apontado armas aos reféns na entrada da dependência do BES na Rua Marquês de Fronteira, em Lisboa.
Ao todo foram disparados três tiros. Dois disparos foram efectuados por atiradores especiais da polícia.
Uma refém esteve com uma arma apontada ao pescoço durante 25 minutos. Em simultâneo, um dos sequestradores agarrava pelo pescoço o segundo refém, também funcionário do Banco Espírito Santo, enquanto lhe apontava uma arma à nuca.
Um dos sequestradores, ferido com gravidade pelos disparos dos agentes da PSP, foi transportado para o Hospital de São José a bordo de uma viatura do INEM. O segundo sequestrador sucumbiu aos disparos.
Ambos os reféns foram também levados por precaução para aquela unidade hospitalar.
Num primeiro balanço da intervenção policial, a subintendente da PSP Florbela Carrilho adiantou que as autoridades se depararam, ao início da tarde, com uma situação de sequestro de seis pessoas "manietadas com braçadeiras plásticas" no interior do balcão do BES.
Quatro dos reféns foram libertados pouco depois da chegada dos primeiros efectivos da polícia ao local. Cerca das 15h50, uma mulher de 52 anos que fora feita refém no decurso do assalto foi libertada depois de ter sofrido uma crise de ansiedade.
"Foram iniciadas as negociações, tendo-se estabelecido contacto com os suspeitos e encetado o diálogo durante várias horas", indicou a subintendente Florbela Carrilho.
"Cerca das 23h00, os dois suspeitos aproximaram-se da porta da dependência, juntamente com dois reféns, os quais ameaçavam com armas de fogo", relatou a responsável.
"Encontrando-se em perigo a vida dos reféns", prosseguiu a subintendente da PSP, foi necessária a intervenção do Grupo de Operações Especiais.
Oito horas de sequestro
Os dois assaltantes permaneceram barricados desde o início da tarde de quinta-feira no interior da dependência do Banco Espírito Santo (BES) em Campolide.
A chamada a alertar para a ocorrência de um assalto ao BES da Rua Marquês de Fronteira foi efectuada às 15h05.
A Rua Marquês de Fronteira esteve cortada ao trânsito e a peões desde o Estabelecimento Prisional de Lisboa até à Rua Artilharia 1.
A polícia vedou todos os acessos ao local do assalto, criando um perímetro de segurança com cerca de 200 metros para cada lado.
O Comando Metropolitano de Lisboa destacou para o local equipas do Corpo de Intervenção equipadas com coletes à prova de bala e metralhadoras.
Negociações
Uma equipa de efectivos da Unidade Central de Negociação, pertencente ao Grupo de Operações Especiais da Unidade Especial de Polícia, esteve em contacto com os assaltantes durante quase oito horas.
No local do assalto, a cerca de 70 metros da agência bancária, encontravam-se várias viaturas do INEM. Os médicos do Instituto Nacional de Emergência Médica envergavam coletes à prova de bala, a conselho dos agentes da PSP.
A PSP ordenou também o encerramento dos estabelecimentos comerciais situados nas imediações da dependência do Banco Espírito Santo.
Elementos da Polícia Judiciária no local
As operações na Rua Marquês de Fronteira foram acompanhadas por elementos da Direcção Central de Combate ao Banditismo (DCCB) da Polícia Judiciária.
No local estiveram também elementos do Centro de Inactivação de Explosivos e de Segurança em Subsolo da Polícia Judiciária.
MAI salienta prontidão da PSP
Ao início da noite, o ministro da Administração Interna (MAI), Rui Pereira, tecia um primeiro comentário sobre este caso, salientando a prontidão com que a polícia reagiu.
O governante recusava, porém, fazer "comentários de ordem operacional".
"Em primeiro lugar, a acção da polícia foi pronta, porque em poucos minutos a Polícia de Segurança Pública chegou ao local para o cercar e para impedir a fuga dos agentes do crime", afirmava então o ministro.
"Em segundo lugar, quero dizer de forma muito clara que tenho toda a confiança na Polícia de Segurança Pública, que é uma força com provas dadas e que certamente se está a empenhar para que este caso seja resolvido da melhor forma possível", concluiu.
Ao todo foram disparados três tiros. Dois disparos foram efectuados por atiradores especiais da polícia.
Uma refém esteve com uma arma apontada ao pescoço durante 25 minutos. Em simultâneo, um dos sequestradores agarrava pelo pescoço o segundo refém, também funcionário do Banco Espírito Santo, enquanto lhe apontava uma arma à nuca.
Um dos sequestradores, ferido com gravidade pelos disparos dos agentes da PSP, foi transportado para o Hospital de São José a bordo de uma viatura do INEM. O segundo sequestrador sucumbiu aos disparos.
Ambos os reféns foram também levados por precaução para aquela unidade hospitalar.
Num primeiro balanço da intervenção policial, a subintendente da PSP Florbela Carrilho adiantou que as autoridades se depararam, ao início da tarde, com uma situação de sequestro de seis pessoas "manietadas com braçadeiras plásticas" no interior do balcão do BES.
Quatro dos reféns foram libertados pouco depois da chegada dos primeiros efectivos da polícia ao local. Cerca das 15h50, uma mulher de 52 anos que fora feita refém no decurso do assalto foi libertada depois de ter sofrido uma crise de ansiedade.
"Foram iniciadas as negociações, tendo-se estabelecido contacto com os suspeitos e encetado o diálogo durante várias horas", indicou a subintendente Florbela Carrilho.
"Cerca das 23h00, os dois suspeitos aproximaram-se da porta da dependência, juntamente com dois reféns, os quais ameaçavam com armas de fogo", relatou a responsável.
"Encontrando-se em perigo a vida dos reféns", prosseguiu a subintendente da PSP, foi necessária a intervenção do Grupo de Operações Especiais.
Oito horas de sequestro
Os dois assaltantes permaneceram barricados desde o início da tarde de quinta-feira no interior da dependência do Banco Espírito Santo (BES) em Campolide.
A chamada a alertar para a ocorrência de um assalto ao BES da Rua Marquês de Fronteira foi efectuada às 15h05.
A Rua Marquês de Fronteira esteve cortada ao trânsito e a peões desde o Estabelecimento Prisional de Lisboa até à Rua Artilharia 1.
A polícia vedou todos os acessos ao local do assalto, criando um perímetro de segurança com cerca de 200 metros para cada lado.
O Comando Metropolitano de Lisboa destacou para o local equipas do Corpo de Intervenção equipadas com coletes à prova de bala e metralhadoras.
Negociações
Uma equipa de efectivos da Unidade Central de Negociação, pertencente ao Grupo de Operações Especiais da Unidade Especial de Polícia, esteve em contacto com os assaltantes durante quase oito horas.
No local do assalto, a cerca de 70 metros da agência bancária, encontravam-se várias viaturas do INEM. Os médicos do Instituto Nacional de Emergência Médica envergavam coletes à prova de bala, a conselho dos agentes da PSP.
A PSP ordenou também o encerramento dos estabelecimentos comerciais situados nas imediações da dependência do Banco Espírito Santo.
Elementos da Polícia Judiciária no local
As operações na Rua Marquês de Fronteira foram acompanhadas por elementos da Direcção Central de Combate ao Banditismo (DCCB) da Polícia Judiciária.
No local estiveram também elementos do Centro de Inactivação de Explosivos e de Segurança em Subsolo da Polícia Judiciária.
MAI salienta prontidão da PSP
Ao início da noite, o ministro da Administração Interna (MAI), Rui Pereira, tecia um primeiro comentário sobre este caso, salientando a prontidão com que a polícia reagiu.
O governante recusava, porém, fazer "comentários de ordem operacional".
"Em primeiro lugar, a acção da polícia foi pronta, porque em poucos minutos a Polícia de Segurança Pública chegou ao local para o cercar e para impedir a fuga dos agentes do crime", afirmava então o ministro.
"Em segundo lugar, quero dizer de forma muito clara que tenho toda a confiança na Polícia de Segurança Pública, que é uma força com provas dadas e que certamente se está a empenhar para que este caso seja resolvido da melhor forma possível", concluiu.