País
Polícia já tem perfil do homicida de Sacavém
A Polícia Judiciária já tem o perfil do presumível homicida de uma mulher, em Sacavém, na passada sexta-feira. Preocupada com a onda de crimes violentos da última semana, a PJ convocou para hoje uma reunião de emergência.
A vaga de crimes violentos registada nos últimos dias nos concelhos de Loures e Oeiras, que, no espaço de uma semana, tiveram um balanço de seis mortes e um ferido grave, motivou a convocação de uma reunião de emergência entre elementos de diferentes departamentos da Polícia Judiciária.
Na reunião desta segunda-feira, os agentes da polícia criminal analisarão entre outras questões, os elementos de prova recolhidos pelo Laboratório de Polícia Científica nos diferentes casos e irão delinear as estratégias de combate à onda de crime que se fez sentir.
O crime de Sacavém
“Homem branco, com cerca de 1m75, não morador na zona e actuou sozinho”. Este é o perfil do presumível homicida que assassinou a tiro na passada sexta-feira uma mulher em Sacavém, de acordo com a edição do Diário de Notícias, que cita fontes ligadas à investigação policial.
Na passada sexta-feira, pelas 19h45, Alexandra Neno, de 33 anos, estava dentro da sua viatura, um Mercedes-Benz SLK de cor preta, estacionada à porta de casa, na Urbanização Real Forte, em Sacavém.
Um indivíduo aproximou-se do carro e, usando uma pistola, terá apontado ao coração da vítima através da janela aberta da viatura, “deu o tiro e fugiu a pé pelo relvado em direcção à linha de comboio – que fica a cerca de 500 metros do local do crime - e da estação de Sacavém”, de acordo com fonte da investigação policial.
A vítima chamava-se Alexandra Neno, era conhecida pelos amigos como “Xana”, tinha 33 anos e era mulher do jornalista da Sport Tv Fernando Santos.
Os bombeiros que acorreram à chamada estiveram durante 20 minutos a tentar a recuperação através de massagens cardio-respirtórias e de soro, mas à equipa do INEM chegada ao local só restou a passagem do óbito.
O perfil do presumível homicida foi estabelecido tendo em atenção várias pistas, nomeadamente o testemunho de pessoas que o terão visto quando fugia do local do crime.
A bala de 6,35 milimetros está a ser analisada pela polícia criminal bem como alguns panos encontrados junto de arbustos que terão servido para o indivíduo se esconder enquanto esperava pela sua vítima.
Para a polícia de investigação criminal o homicida estaria à espera da sua vítima, o que implica uma premeditação.
Hipótese afastada neste momento é a de uma tentativa de “carjacking” já que esse crime envolve habitualmente mais do que um indivíduo e não apenas um armado de pistola.
Fonte policial estranha o “modus operandi” do alegado homicida. “Da porta do lado da condutora, apenas estava aberta uma nesga de vidro, onde só cabia uma mão. É estranho que o homem tenha metido por ali a mão com a pistola para lhe dar o tiro. O mais natural seria disparar através do vidro, partindo-o”, disse ao DN fonte da investigação.
De acordo com as autoridades, no local onde se deu o crime não há qualquer sistema de videovigilância nem caixas Multibanco com câmaras que pudessem ter registado imagens.
Baleado em Oeiras continua internado
O jovem que foi baleado na cabeça na madrugada de sábado no estacionamento do centro comercial “Oeiras Parque” mantém-se internado nos cuidados intensivos do Hospital de São Francisco Xavier.
O jovem de 20 anos, empregado da loja “Ericeira Surf Shoping”, descia ao parque de estacionamento acompanhado por um amigo quando terá surpreendido um grupo de indivíduos que tentavam furtar um automóvel.
O jovem terá tentado evitar o furto e os assaltantes reagiram disparando e atingindo-o com uma bala na cabeça.
A Polícia Judiciária está a analisar as filmagens das câmaras de videovigilância do parque de estacionamento.
Segurança do Porto em estado grave mas estável
O segurança baleado domingo no Porto está em estado grave mas estável.
Foi operado de urgência no Hospital de Santo António no Porto por uma equipa de neuro-cirurgiões que extraiu uma bala.
Os médicos revelaram que outros projécteis poderão ainda estar alojados noutras partes do corpo mas que não colocam a vida do segurança em risco.
O segurança privado terá sido baleado por um cliente. Os dois ter-se-ão desentendido ainda no interior do estabelecimento. Já na rua, a discussão acabou da pior maneira.
A gerência da discoteca, contactada pela RTP, negou esta versão dos factos alegando que tudo aconteceu na rua num desacato de clientes a que o segurança teria tentado pôr fim.
Na reunião desta segunda-feira, os agentes da polícia criminal analisarão entre outras questões, os elementos de prova recolhidos pelo Laboratório de Polícia Científica nos diferentes casos e irão delinear as estratégias de combate à onda de crime que se fez sentir.
O crime de Sacavém
“Homem branco, com cerca de 1m75, não morador na zona e actuou sozinho”. Este é o perfil do presumível homicida que assassinou a tiro na passada sexta-feira uma mulher em Sacavém, de acordo com a edição do Diário de Notícias, que cita fontes ligadas à investigação policial.
Na passada sexta-feira, pelas 19h45, Alexandra Neno, de 33 anos, estava dentro da sua viatura, um Mercedes-Benz SLK de cor preta, estacionada à porta de casa, na Urbanização Real Forte, em Sacavém.
Um indivíduo aproximou-se do carro e, usando uma pistola, terá apontado ao coração da vítima através da janela aberta da viatura, “deu o tiro e fugiu a pé pelo relvado em direcção à linha de comboio – que fica a cerca de 500 metros do local do crime - e da estação de Sacavém”, de acordo com fonte da investigação policial.
A vítima chamava-se Alexandra Neno, era conhecida pelos amigos como “Xana”, tinha 33 anos e era mulher do jornalista da Sport Tv Fernando Santos.
Os bombeiros que acorreram à chamada estiveram durante 20 minutos a tentar a recuperação através de massagens cardio-respirtórias e de soro, mas à equipa do INEM chegada ao local só restou a passagem do óbito.
O perfil do presumível homicida foi estabelecido tendo em atenção várias pistas, nomeadamente o testemunho de pessoas que o terão visto quando fugia do local do crime.
A bala de 6,35 milimetros está a ser analisada pela polícia criminal bem como alguns panos encontrados junto de arbustos que terão servido para o indivíduo se esconder enquanto esperava pela sua vítima.
Para a polícia de investigação criminal o homicida estaria à espera da sua vítima, o que implica uma premeditação.
Hipótese afastada neste momento é a de uma tentativa de “carjacking” já que esse crime envolve habitualmente mais do que um indivíduo e não apenas um armado de pistola.
Fonte policial estranha o “modus operandi” do alegado homicida. “Da porta do lado da condutora, apenas estava aberta uma nesga de vidro, onde só cabia uma mão. É estranho que o homem tenha metido por ali a mão com a pistola para lhe dar o tiro. O mais natural seria disparar através do vidro, partindo-o”, disse ao DN fonte da investigação.
De acordo com as autoridades, no local onde se deu o crime não há qualquer sistema de videovigilância nem caixas Multibanco com câmaras que pudessem ter registado imagens.
Baleado em Oeiras continua internado
O jovem que foi baleado na cabeça na madrugada de sábado no estacionamento do centro comercial “Oeiras Parque” mantém-se internado nos cuidados intensivos do Hospital de São Francisco Xavier.
O jovem de 20 anos, empregado da loja “Ericeira Surf Shoping”, descia ao parque de estacionamento acompanhado por um amigo quando terá surpreendido um grupo de indivíduos que tentavam furtar um automóvel.
O jovem terá tentado evitar o furto e os assaltantes reagiram disparando e atingindo-o com uma bala na cabeça.
A Polícia Judiciária está a analisar as filmagens das câmaras de videovigilância do parque de estacionamento.
Segurança do Porto em estado grave mas estável
O segurança baleado domingo no Porto está em estado grave mas estável.
Foi operado de urgência no Hospital de Santo António no Porto por uma equipa de neuro-cirurgiões que extraiu uma bala.
Os médicos revelaram que outros projécteis poderão ainda estar alojados noutras partes do corpo mas que não colocam a vida do segurança em risco.
O segurança privado terá sido baleado por um cliente. Os dois ter-se-ão desentendido ainda no interior do estabelecimento. Já na rua, a discussão acabou da pior maneira.
A gerência da discoteca, contactada pela RTP, negou esta versão dos factos alegando que tudo aconteceu na rua num desacato de clientes a que o segurança teria tentado pôr fim.