País
População volta à rua para contestar localização de central de biometano em Torres Novas
A instalação de uma unidade de produção de biometano em Árgea, Torres Novas, projeto que aguarda uma decisão da Agência Portuguesa do Ambiente (APA), está a gerar preocupação entre a população que não desiste dos protestos. Há receios com impactos ambientais e efeitos na qualidade de vida.
As Comissões de Utentes dos Serviços Públicos do Médio Tejo marcaram para o final da tarde um protesto, desta vez nas ruas junto à Camara Municipal do Entroncamento.
O projeto esteve em consulta pública entre 13 de maio e 3 de julho e recolheu múltiplas participações públicas, estando o procedimento ambiental ainda sem decisão final publicada.
A projetada instalação de uma unidade de produção de biometano em Árgea, Torres Novas, está a ser alvo de protestos de autarcas, utentes e população, motivando um abaixo-assinado com seis mil assinaturas recolhidas nas freguesias que estão junto à localização prevista e que vai ser entregue na Assembleia da República.
Ouvido pela rádio pública, Manuel Soares porta-voz das Comissões de Utentes dos Serviços Públicos do Médio Tejo refere que não contestam a produção de biometano, mas defendem que unidades desta dimensão não sejam instaladas junto a zonas habitacionais. Em causa estão preocupações relacionadas com a proximidade às casas, circulação de veículos pesados, consumo de água, odores, qualidade do ar e possíveis impactos nas linhas de água e na qualidade de vida dos moradores.
Este novo protesto com a arruada desta sexta-feira vai ter partida e chegada no Largo da Câmara Municipal do Entroncamento. Na Comunidade Intermunicipal do Médio Tejo, foram oito os presidentes de Câmara que subscreveram o abaixo-assinado. Para além de Torres Novas e o Entroncamento, também os autarcas de Ourém, Abrantes, Sardoal, Mação, Vila Nova da Barquinha e Constância.
A iniciativa dá continuidade às ações realizadas nos últimos meses contra a localização proposta para a unidade de produção de biometano, incluindo contactos com entidades, reuniões e vigílias.
A projetada instalação de uma unidade de produção de biometano em Árgea, Torres Novas, está a ser alvo de protestos de autarcas, utentes e população, motivando um abaixo-assinado com seis mil assinaturas recolhidas nas freguesias que estão junto à localização prevista e que vai ser entregue na Assembleia da República.
Ouvido pela rádio pública, Manuel Soares porta-voz das Comissões de Utentes dos Serviços Públicos do Médio Tejo refere que não contestam a produção de biometano, mas defendem que unidades desta dimensão não sejam instaladas junto a zonas habitacionais. Em causa estão preocupações relacionadas com a proximidade às casas, circulação de veículos pesados, consumo de água, odores, qualidade do ar e possíveis impactos nas linhas de água e na qualidade de vida dos moradores.
Este novo protesto com a arruada desta sexta-feira vai ter partida e chegada no Largo da Câmara Municipal do Entroncamento. Na Comunidade Intermunicipal do Médio Tejo, foram oito os presidentes de Câmara que subscreveram o abaixo-assinado. Para além de Torres Novas e o Entroncamento, também os autarcas de Ourém, Abrantes, Sardoal, Mação, Vila Nova da Barquinha e Constância.
A iniciativa dá continuidade às ações realizadas nos últimos meses contra a localização proposta para a unidade de produção de biometano, incluindo contactos com entidades, reuniões e vigílias.