País
Portugal ativa Mecanismo Europeu de Proteção Civil
"Temos todo o território sob risco muito elevado e entendemos que seria mais adequado termos reforço dos nossos aliados", afirmou o primeiro-ministro no final da reunião do Conselho de Ministros.
Portugal vai ativar o Mecanismo Europeu de Proteção Civil e os acordos bilaterais com Espanha e Marrocos devido aos incêndios, anunciou hoje o primeiro-ministro, garantindo que a capacidade nacional não está esgotada.
Após a reunião do Conselho de Ministros, Luís Montenegro assegurou que as autoridades estão a fazer "um esforço máximo" para tentar evitar os incêndios e para tentar "acorrer de forma eficaz e rápida" nas situações em que é necessário.
"Decidimos, nesta altura, ativar o Mecanismo Europeu de Proteção Civil e também os acordos bilaterais com Espanha e com Marrocos", anunciou o primeiro-ministro. "Não porque a nossa capacidade esteja já esgotada, mas porque, nesta circunstância, temos o nosso território sob risco muito elevado e entendemos que seria mais adequado ter a disponibilidade, o reforço vindo dos nossos (...) vizinhos mais próximos".
"Decidimos, nesta altura, ativar o Mecanismo Europeu de Proteção Civil e também os acordos bilaterais com Espanha e com Marrocos", anunciou o primeiro-ministro. "Não porque a nossa capacidade esteja já esgotada, mas porque, nesta circunstância, temos o nosso território sob risco muito elevado e entendemos que seria mais adequado ter a disponibilidade, o reforço vindo dos nossos (...) vizinhos mais próximos".
O Governo decretou situação de alerta que está em vigor desde as 00h00 de hoje até às 23h59 de segunda-feira, devido ao "significativo agravamento do risco de incêndios rurais".
Perante a previsão de temperaturas elevadas e com 12 distritos do continente sob aviso vermelho devido ao calor, o executivo decidiu antecipar o pedido de apoio internacional, embora o dispositivo nacional de combate aos incêndios não esteja totalmente empenhado.
Segundo Luís Montenegro, o objetivo é reforçar preventivamente os meios disponíveis e evitar a deslocação de recursos entre diferentes regiões do país.
"Queremos que todos os meios que estão dispersos por todo o território estejam em prontidão imediata, caso possam ocorrer necessidades nas zonas em que estão localizados", explicou Luís Montenegro, acrescentando que o objetivo é evitar a deslocalização de meios "de umas regiões para as outras".
O primeiro-ministro justificou a decisão com as circunstâncias excecionais, numa altura em que praticamente todo o território continental apresenta níveis elevados de risco de incêndio.
O Mecanismo Europeu de Proteção Civil permite aos estados-membros da União Europeia e a outros países participantes solicitar assistência quando os meios nacionais são insuficientes ou quando pretendem reforçar a capacidade de resposta.
Paralelamente, Portugal mantém acordos bilaterais de cooperação com Espanha e Marrocos que permitem a mobilização rápida de meios, incluindo aeronaves de combate a incêndios.
C/Lusa
Perante a previsão de temperaturas elevadas e com 12 distritos do continente sob aviso vermelho devido ao calor, o executivo decidiu antecipar o pedido de apoio internacional, embora o dispositivo nacional de combate aos incêndios não esteja totalmente empenhado.
Segundo Luís Montenegro, o objetivo é reforçar preventivamente os meios disponíveis e evitar a deslocação de recursos entre diferentes regiões do país.
"Queremos que todos os meios que estão dispersos por todo o território estejam em prontidão imediata, caso possam ocorrer necessidades nas zonas em que estão localizados", explicou Luís Montenegro, acrescentando que o objetivo é evitar a deslocalização de meios "de umas regiões para as outras".
O primeiro-ministro justificou a decisão com as circunstâncias excecionais, numa altura em que praticamente todo o território continental apresenta níveis elevados de risco de incêndio.
O Mecanismo Europeu de Proteção Civil permite aos estados-membros da União Europeia e a outros países participantes solicitar assistência quando os meios nacionais são insuficientes ou quando pretendem reforçar a capacidade de resposta.
Paralelamente, Portugal mantém acordos bilaterais de cooperação com Espanha e Marrocos que permitem a mobilização rápida de meios, incluindo aeronaves de combate a incêndios.
C/Lusa