País
COVID-19
Portugal passa a estado de calamidade por evolução "grave" da pandemia
O primeiro-ministro anuncia oito medidas para conter a evolução da pandemia, uma evolução que considerou "grave". Eleva-se o nível de alerta para estado de calamidade, limitam-se os ajuntamentos para um máximo de cinco pessoas, proíbem-se os festejos académicos e atividades não letivas.
Foto: António Costa - Lusa
Limitam-se ainda os eventos familiares como casamentos e batizados marcados a partir de agora a um máximo de 50 participantes.
O Conselho de Ministros decidiu agravar até 10 mil euros as coimas às pessoas coletivas que não assegurem o escrupuloso cumprimento das regras em vigor.
Foi determinado às forças de segurança e ASAE um reforço das ações de fiscalização.
Foi determinado às forças de segurança e ASAE um reforço das ações de fiscalização.
António Costa revela que agora se recomenda vivamente a todos os cidadãos o uso de máscara na via pública e também a utilização da aplicação StayAwayCovid.
Foi ainda decidido apresentar à Assembleia da República uma proposta de lei para que seja imposta a obrigatoriedade do uso de máscara na via pública e também da utilização da aplicação StayAwayCovid (em contexto laboral, académico e na administração pública, por exemplo). Será pedida tramitação urgente ao parlamento.
Foi ainda decidido apresentar à Assembleia da República uma proposta de lei para que seja imposta a obrigatoriedade do uso de máscara na via pública e também da utilização da aplicação StayAwayCovid (em contexto laboral, académico e na administração pública, por exemplo). Será pedida tramitação urgente ao parlamento.
O primeiro-ministro apelou à responsabilidade dos cidadãos, como a forma de inverter a evolução da pandemia. Para Costa, os portugueses têm de combater o cansaço em relação às restrições impostas devido à pandemia.
O chefe do executivo lembra aos mais jovens, aqueles que engrossam por estes dias os números de novos casos, que todos têm a responsabilidade de proteger os mais velhos e todos os que vivem à sua volta.
António Costa lembra que a ciência ainda não conseguiu estudar a fundo esta doença, nomeadamente as sequelas da covid-19. Ou seja, "qual o risco futuro para a saúde de cada um de nós".