Economia
Preço do cabaz alimentar atinge valor mais alto dos últimos quatro anos
Esta semana, o cabaz analisado pela DECO PROteste atingiu o valor mais elevado dos últimos quatro anos: custa agora 253,43 euros, o que traduz um aumento de cerca de 35 por cento, de acordo com os dados da Associação para a Defesa do Consumidor divulgados esta sexta-feira.
As contas são da DECO PROteste que, semanalmente, analisa um conjunto composto por 63 produtos alimentares essenciais.
Esta semana, o cabaz atingiu o valor mais elevado dos últimos quatro anos, custa agora 253,43 euros, o que traduz um aumento de cerca de 35% em relação a 2022.
Desde o início do ano, os produtos cujo preço mais aumentou foram a curgete (96 por cento), o peixe-espada preto (23 por cento) e a dourada (21 por cento).
Em relação a 2022, altura que a DECO PROteste iniciou esta análise, os maiores aumentos percentuais foram a carne de novilho para cozer (119 por cento), os ovos (86 por cento) e o café torrado moído (76 por cento).
No conjunto, o mesmo cabaz com os mesmos produtos, há quatro anos, custava menos 65,73 euros. E se fosse há um ano, menos 12,04 euros.
O cabaz analisado inclui carne, peixe, frutas, legumes, lacticínios, congelados e mercearia.
Esta semana, o cabaz atingiu o valor mais elevado dos últimos quatro anos, custa agora 253,43 euros, o que traduz um aumento de cerca de 35% em relação a 2022.
Desde o início do ano, os produtos cujo preço mais aumentou foram a curgete (96 por cento), o peixe-espada preto (23 por cento) e a dourada (21 por cento).
Em relação a 2022, altura que a DECO PROteste iniciou esta análise, os maiores aumentos percentuais foram a carne de novilho para cozer (119 por cento), os ovos (86 por cento) e o café torrado moído (76 por cento).
No conjunto, o mesmo cabaz com os mesmos produtos, há quatro anos, custava menos 65,73 euros. E se fosse há um ano, menos 12,04 euros.
O cabaz analisado inclui carne, peixe, frutas, legumes, lacticínios, congelados e mercearia.