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Seguro e Montenegro já se encontraram mas não houve declarações no final da reunião

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Seguro e Montenegro já se encontraram mas não houve declarações no final da reunião

O presidente reuniu-se esta tarde com o primeiro-ministro na habitual reunião semanal. António José Seguro lembrou que é o Governo que tem o poder executivo e que o objetivo desta presidência aberta é "encontrar soluções, e não arranjar problemas".

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Foto cedida pela Presidência da República.

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Reunião entre Seguro e Montenegro já terminou

O Presidente da República e o primeiro-ministro estiveram reunidos em Tomar, esta tarde, para a habitual reunião semanal.

Não foram feitas declarações à saída do encontro.
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Seguro diz que quer "ajudar a encontrar soluções" e não "arranjar problemas"

António José Seguro defendeu hoje que, com a Presidência aberta, pretende "ajudar a encontrar soluções" e não "arranjar problemas" na resposta ao mau tempo, considerando que este não é o momento de se fazer "nenhuma avaliação".

"Todos nós, o senhor primeiro-ministro também, todos os membros do Governo, os autarcas, sobretudo os autarcas de freguesia e de município, sentem muito, no dia-a-dia e no contacto com as pessoas, muitas das vezes, desilusão, desalento e, por isso, a nossa ação, mais do que as nossas palavras, são cruciais neste momento da vida nacional", afirmou o Presidente da República na sua intervenção cerimónia de assinatura de um protocolo entre a Estrutura de Missão para a reconstrução da região centro do país e fundações, em Tomar, distrito de Santarém.

Discursando depois do primeiro-ministro, Luís Montenegro, Seguro explicou que o foco da sua primeira Presidência aberta, na região Centro, é "ajudar a minorar as dificuldades das pessoas e centrada nas soluções dos seus problemas".

"Bem sei que o poder executivo pertence ao Governo, que o senhor primeiro-ministro dirige, e, portanto, o meu contributo na presidência aberta é de ajudar a encontrar soluções, não é de arranjar problemas. Arranjar problemas já o país está cheio", assegurou.

Para o Presidente da República, que tem insistido por diversas vezes na necessidade dos apoios serem céleres, é preciso concentrar "todos os esforços" para que "a vida das pessoas que foi afetada duramente, quer as vidas privadas, quer as vidas empresariais, possam rapidamente ser restauradas, ser recuperadas e as pessoas possam voltar a fazer a sua vida normal".

"É esse o sentido e o dever que eu considero que deve ter o Presidente da República. É esse o sentido e o dever que eu continuarei a fazer daqui até sexta-feira nesta presidência aberta", prometeu.

Seguro considerou que este não é o momento de se fazer "nenhuma avaliação".

"Este é o momento de deixar a palavra, como Presidente da República, de reforço de todas as nossas energias e capacidades para que os apoios cheguem às famílias que precisam, às empresas que necessitam, para que elas voltem a recuperar toda a sua capacidade produtiva e para que esta região Centro, que é tão flagelada, quer no inverno, quer no verão, possa, de facto, perceber que o Estado está ao seu lado no processo de reconstrução e no processo de dinamização", enfatizou.

Depois desta cerimónia, Seguro e Montenegro seguiram para a sua reunião semanal e viajaram juntos, no carro do Presidente da República, entre a Central Elétrica de Tomar e a Escola Profissional de Tomar (a sede desta Presidência aberta), um percurso de cerca 450 metros.
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RTP /

Montenegro diz que está a ser feito um investimento redobrado na limpeza florestal

O primeiro-ministro, Luís Montenegro, garantiu hoje que está a ser feito um investimento redobrado na limpeza da área florestal mais afetada pelo mau tempo face à perigosidade de a floresta estar com muitas árvores derrubadas.

"Está a ser feito um investimento redobrado no que toca à limpeza da área florestal mais afetada e estamos a fazer também intervenções que possam agilizar a coordenação entre as várias entidades que têm responsabilidade nesta matéria", destacou.

Na sua intervenção na cerimónia de assinatura de um protocolo entre a Estrutura de Missão para a reconstrução da região centro do país e fundações, Luís Montenegro disse que se registou um aumento significativo da perigosidade no território mais afetado pelo mau tempo.

"Temos muitas árvores derrubadas e, portanto, muito combustível na nossa floresta", acrescentou.

Com o Presidente da República a assistir na plateia, Luís Montenegro aludiu às reuniões que o ministro da Administração Interna, Luís Neves, manteve na semana passada com o intuito de coordenar esforços entre várias entidades.

"Ontem [segunda-feira] mesmo, junto de sua excelência o senhor Presidente da República, deu conta de que está em curso um trabalho de colaboração entre o Ministério da Administração Interna, o Ministério da Agricultura e Mar e o Ministério da Defesa Nacional, que junta, para além dos três ministros responsáveis por estes ministérios, nove macroentidades", indicou.

Entre elas figuram a Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil, o Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF), a Agência Portuguesa do Ambiente (APA), GNR, Comunidades intermunicipais, entre outras,

"Amanhã [quarta-feira] mesmo, em Leiria, haverá para esta Região Centro um encontro com todas estas entidades, com as Forças Armadas, com o objetivo de ter uma ação de prevenção que tenha em vista a excecionalidade do tempo que estamos a viver", informou.

De acordo com o primeiro-ministro, "é absolutamente crucial que se aproveite este tempo que medeia até ao período do ano onde as temperaturas provavelmente atingirão valores mais elevados".

"Haverá menos humidade e, portanto, se antecipa uma adversidade climática, por contraposição exatamente àquela que tivemos agora. Que possamos antecipar tudo aquilo que puder ser feito do ponto de vista preventivo, para diminuir os riscos e, portanto, para podermos também aí ter resultados menos onerosos do ponto de vista da proteção da vida das pessoas, que é o essencial, do bem-estar e do património de todos nós", sustentou.

Já durante a manhã, no concelho de Mação, o Presidente da República, António José Seguro, voltou a chamar a atenção para a necessidade de se proceder à limpeza dos caminhos florestais, que esperava que "tivesse começado mais cedo", para evitar uma catástrofe no próximo verão.

"Todos desejamos que não aconteça nenhuma catástrofe neste verão e eu alertei para a necessidade de fazer esta limpeza dos caminhos florestais e dos aceiros há muito tempo e, portanto, eu esperava que tivesse começado mais cedo", evidenciou.

Ao segundo dia da Presidência aberta, António José Seguro sublinhou aos jornalistas a importância de todos os recursos do país convergirem na prevenção dos incêndios do próximo verão.
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Lusa /

Montenegro espera ter desenho final do PTRR nas "próximas semanas"

O primeiro-ministro, Luís Montenegro, disse hoje esperar ter "nas próximas semanas" o desenho final do PTRR - Portugal Transformação, Recuperação e Resiliência, depois de mais 700 participações na consulta pública e contributos, entre outros, do Presidente da República.

(...) o PTRR, que está numa fase de compilação, depois de termos recebido mais de 700 participações no período de consulta pública, que se seguiu à apresentação das linhas gerais, o que aconteceu em 20 de fevereiro, como se recordam. A nossa expectativa é que nas próximas semanas possamos ter o desenho final", anunciou Luís Montenegro depois do seu discurso na cerimónia de assinatura de um protocolo entre a Estrutura de Missão para a reconstrução da região centro do país e fundações, que decorreu em Tomar, sede da Presidência aberta de António José Seguro.

Com o chefe de Estado na primeira fila, o primeiro-ministro adiantou que este desenho final vai resultar da análise dos vários contributos recebidos, entre os quais do "Presidentes da República, todos os órgãos de soberania, partidos políticos, associações cívicas, autarquias locais, cidadãos, academia".

"Depois de todo esse manancial de participação cívica ter sido reunido e analisado, depois do Governo também ter feito a sua avaliação e ter feito a sua interação, nomeadamente com as instituições europeias, com vista a poder salvaguardar uma parte do financiamento desse programa, tudo está a ser feito para, muito rapidamente, termos o desenho final deste programa de transformação, recuperação e resiliência", adiantou.

 

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RTP /

Montenegro considera "muito positivas" intervenções de PR para mais rapidez nos apoios

O primeiro-ministro considerou hoje "muito positivas" as intervenções do Presidente da República sobre o mau tempo, classificando-as como "um impulso construtivo" para uma maior rapidez nos apoios e assumindo que há uma diferença entre a expectativa e o resultado imediato.

Com António José Seguro na primeira fila, Luís Montenegro discursou na cerimónia de assinatura de um protocolo entre a Estrutura de Missão para a reconstrução da região centro do país e fundações, uma iniciativa integrada na agenda da Presidência aberta do chefe de Estado, que decorre até sexta-feira nas regiões mais afetadas pelo mau tempo de fevereiro.

"Eu quero, nesta ocasião dizer, senhor Presidente, que temos registado como muito positivas as suas intervenções e interações com as pessoas, com as comunidades, as instituições, as autoridades locais, num impulso que é construtivo para que todos os órgãos da administração e todas as estruturas da nossa sociedade possam convergir para sermos mais rápidos a executar, a agir e a transformar em realidade aquilo que está muitas vezes nas nossas intenções, nas nossas intervenções e mesmo nos novos instrumentos jurídicos e institucionais", afirmou.

Da parte do Governo há esse empenhamento, disse o primeiro-ministro, agradecendo ainda a "cooperação inexcedível" do Presidente da República no tratamento mais célere dos procedimentos legislativos sobre o mau tempo.

Explicando que para que as pessoas e as empresas possam aceder aos apoios há procedimentos que é preciso cumprir, Montenegro assegurou que está atento à diferença "entre a expectativa que se cria e o resultado que se opera" e que tudo está a ser feito para "reduzir essa diferença".
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Lusa /

Cento e setenta e nove de 9.227 candidaturas a apoios à reconstrução de casas em Leiria foram pagas

As candidaturas a apoios para reconstrução de casas danificadas pelo mau tempo no concelho de Leiria pagas são 179 de um total de 9.227 entradas, anunciou a Câmara hoje, dia em que termina o prazo para a entrega.

"Desde a abertura das candidaturas aos apoios, foram já registadas 9.227 candidaturas submetidas à Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro (CCDR Centro), refletindo a dimensão das necessidades no concelho e a forte adesão das populações", referiu a autarquia.

Segundo uma nota de imprensa, do total "destacam-se 1.611 candidaturas analisadas pela autarquia, 880 em fase de pagamento e 179 já com verbas atribuídas [pagas], sendo ainda de registar 552 candidaturas recusadas".

Há uma semana, o número de candidaturas apresentadas por munícipes de Leiria desde 05 de fevereiro, quando a plataforma da CCDR Centro ficou disponível, era de 8.358.

Os apoios financeiros para reparar os estragos em habitações causados pela depressão Kristin, que atingiu gravemente o concelho de Leiria em 28 de janeiro, são atribuídos no prazo máximo de três dias úteis nas despesas até cinco mil euros (com fotografias), que dispensam vistoria, e em até 15 dias úteis nos restantes, até 10 mil euros.

À agência Lusa, o vereador Ricardo Santos considerou que o número de candidaturas pagas é "manifestamente pouco".

"Já são mais de 880 que estão a aguardar a respetiva análise e posterior pagamento por parte da CCDR", declarou Ricardo Santos.

O autarca com o pelouro das operações urbanísticas adiantou que "mais de cinco mil [candidaturas] já foram saneadas, algumas delas já foram vistoriadas, algumas delas são devolvidas ao requerente para fazer correções, nomeadamente junção de elementos", relativos a cadernetas prediais ou IBAN, por exemplo.

"Na última semana (30 de março a 05 de abril) verificou-se uma intensificação da atividade, com 848 candidaturas recebidas, 317 processos analisados pela autarquia, 41 candidaturas aprovadas pela CCDR Centro e três candidaturas recusadas", lê-se na nota de imprensa.

Ricardo Santos reconheceu que tem havido um incremento das candidaturas, sobretudo na segunda-feira, antecipando para hoje "um aumento considerável".

"Aliás, verificou-se que já no dia de ontem [segunda-feira] foram mais de 250 candidaturas que foram submetidas", observou.

Confrontado com a eventualidade de haver lesados cujas habitações aguardam peritagem de seguradoras, sendo que hoje termina o prazo para submissão de candidaturas, o vereador recomendou aos munícipes que, "havendo este atraso por parte das seguradoras no que toca à peritagem, submetam a candidatura na mesma à CCDR".

"Depois, obviamente, se houver uma peritagem e se o valor dos prejuízos for totalmente pago [pela seguradora], já não há lugar a pagamento da CCDR", referiu.

A autarquia tem, atualmente, 40 pessoas a trabalhar nestes processos, incluindo funcionários do município, dos Serviços Municipalizados de Água e Saneamento de Leiria e das Câmaras da Guarda e de Vila Franca de Xira.

Outras 102 pessoas, das Ordens dos Arquitetos, Engenheiros e Engenheiros Técnicos estão no terreno a fazer vistorias, acrescentou Ricardo Santos.

Pelo menos 19 pessoas morreram em Portugal, seis das quais no concelho de Leiria, desde 28 de janeiro na sequência da passagem das depressões Kristin, Leonardo e Marta, que fizeram também várias centenas de feridos, desalojados e deslocados. Mais de metade das mortes foram registadas em trabalhos de recuperação.

Os temporais, que atingiram o território continental durante cerca de três semanas, provocaram a destruição total ou parcial de milhares de casas, empresas e equipamentos, a queda de árvores e de estruturas, o corte de energia, água e comunicações, inundações e cheias, com prejuízos de milhares de milhões de euros.

As regiões Centro, Lisboa e Vale do Tejo e Alentejo foram as mais afetadas.

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Lusa /

Seguro quer "menos palavras e mais ação" para que os apoios cheguem rápido

 O Presidente da República pediu hoje "menos palavras e mais ação" para responder aos estragos causados pelo mau tempo, insistindo que "é preciso agilizar os apoios" e perceber o que aconteceu para "tirar ilações para o futuro".

António José Seguro falava aos jornalistas depois ter participado nas festas em honra de São Bento, aldeia de Casais de São Bento, freguesia de Cardigos, Mação, Santarém, insistindo que este é o "tempo da ação".

"Ora, se há apoios, se há dinheiro, uma das minhas obrigações é dizer menos palavras, mais ação, para que o dinheiro chegue rapidamente às pessoas", pediu, horas antes da reunião semanal com o primeiro-ministro, Luís Montenegro, sobre a qual não quis antecipar quaisquer temas, apesar da insistência dos jornalistas.


 

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RTP /

Presidente da República insiste que apoios tardam para habitações e empresas

António José Seguro cumpre o segundo dia da Presidência Aberta. Em Ourém e em Ferreira do Zêzere, o chefe do Estado pediu ao país planeamento e organização.

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Momento-Chave
RTP /

Seguro pede melhor planeamento em país "muito bom" no improviso

O Presidente da República, António José Seguro, pediu hoje mais planeamento dos recursos e competências para responder a catástrofes como o mau tempo, considerando que os portugueses são "muito bons no improviso", mas precisam de melhor organização.

“Planeamento e organização. Ajuda porque toda a gente sabe o que é que deve fazer em cada momento. Nós somos muito bons no improviso. Precisamos de ser melhores na organização das nossas competências e dos nossos recursos”, pediu Seguro.

Na perspetiva do Presidente da República, “não há milagres, mas pode o Estado responder de uma forma mais eficiente e mais eficaz”.

Seguro quis ainda saber se aquela unidade de saúde tinha algum gerador ou se está previsto que venha a ter nas obras de requalificação.

“Uma das aprendizagens desta infeliz catástrofe é precisamente o de garantir que unidades que são críticas em termos de apoio à população tenham essa capacidade de manter o fornecimento de energia elétrica aos seus equipamentos e aos seus técnicos através de geradores. Isso era crucial”, defendeu o chefe de Estado.


c/Lusa
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RTP /

Seguro visita Ferreira do Zêzere

A visita decorre no centro de Meios Aéreos de Ferreira do Zêzere.

O presidente da autarquia transmitiu ao Presidente da República o que já terá expresso ao governo a oposição à extinção do comando sub-regional da Proteção Civil.
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RTP /

Presidência aberta em Ourém

O dia da caravana começou com uma visita a uma habitação na localidade da Sorieira, na freguesia de Seiça, no concelho de Ourém, onde o mau tempo fez ruir uma parede e levou parte do telhado.

Elsi Silva, com dois filhos menores, é a proprietária da casa visitada, onde vivia há quatro anos e que teve de ser realojada.

À porta, outras mulheres partilharam com o chefe de Estado a tristeza de verem as suas habitações afetadas pelo mau tempo e de terem sido obrigadas a aceitar realojamento.

Seguro não ficou indiferente à emoção de Maria de Sousa, de 70 anos, que passou a viver com o marido e o filho numa habitação cedida pela Câmara Municipal, mas que espera regressar rapidamente a sua casa.

“Tem de ir à Câmara, falar aos serviços sociais, que estão a acompanhar esta situação e perguntar como é que está a sua situação. Vai lá à Câmara e diz eu venho saber como é que está a situação, para se inteirar”, aconselhou.

Nesta ocasião, o Presidente da República pediu ainda à mulher que continuasse a ter esperança, sublinhando que a Câmara de Ourém tem estado a ajudar.

c/Lusa
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RTP /

Seguro dedica segundo dia da presidência aberta ao distrito de Santarém

O chefe de Estado dedica o segundo dia da sua primeira presidência aberta ao distrito de Santarém, terminando com a reunião semanal com o primeiro-ministro, em Tomar, após uma jornada de visitas a casas afetadas pelo mau tempo.

Depois do primeiro dia ter sido dedicado ao distrito de Castelo Branco, António José Seguro vai passar pelos concelhos de Ourém, Ferreira do Zêzere, Mação e Tomar.

Tomar, escolhida como sede para esta presidência aberta,
vai ser palco da habitual reunião semanal com o primeiro-ministro, Luís Montenegro, a quem António José Seguro levará, entre outros temas, a exigência das populações para reabrir um troço da estrada nacional 2, entre Pedrógão Pequeno e Pedrógão Grande.
Encontro com Montenegro marcado para as 17h00, o dia de Seguro começa às 10h00, em Ourém, para visitar casas afetadas pelas tempestades.
Esta visita acontece no dia em que termina o prazo para apresentar candidaturas aos apoios destinados à reconstrução de habitações próprias e permanentes afetadas pelo mau tempo.

Depois, a comitiva segue para o Centro de Meios Aéreos de Ferreira do Zêzere
e, pela hora do almoço, volta a visitar casas que ficaram danificadas pelo mau tempo, desta vez em Mação.

Para as 16h00 está marcada a assinatura de um protocolo entre a Estrutura de Missão para a reconstrução da região centro do país e fundações, uma cerimónia que vai acontecer no núcleo museológico da Central Elétrica de Tomar.

No primeiro dia, o Presidente da República disse aos jornalistas que o seu objetivo com esta Presidência aberta era mostrar o que está atrasado e acelerar os apoios e apelou aos portugueses para que façam férias naquelas zonas.

Na segunda-feira, as seguradoras informaram que já pagaram 303 milhões de euros em indemnizações por danos causados pelas tempestades de janeiro e fevereiro, calculando que os estragos cobertos superem 1.000 milhões de euros.


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Primeiro dia da Presidência Aberta
RTP /

Presidente pressiona governo sobre apoios a perdas pelo mau tempo

No primeiro dia de presidência aberta em concelhos afetados pelas tempestades, António José Seguro queixou-se dos apoios que tardam para habitações e empresas.

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