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Prisão preventiva para o francês suspeito de matar duas mulheres

Prisão preventiva para o francês suspeito de matar duas mulheres

O Tribunal de Vila Nova de Foz Côa, determinou que Cédric Prizzon vai ficar em prisão preventiva e proibiu ainda o francês de contactar os filhos, Elio Prizzon e Guiulya Prizzon, tendo sido igualmente suspenso o seu exercício de responsabilidades parentais.

RTP /

Entre as medidas de coação está ainda o "Termo de Identidade e Residência, já prestado".

A proibição de contactos com os dois filhos abrange os todos os meios de comunicação, "incluindo telefone, redes sociais, e-mail, mensagens escritas ou por interposta pessoa".

O Tribunal considerou "fortemente indiciados" oito crimes alegadamente praticados pelo arguido.

Prizzon é acusado de "um crime de sequestro", de "um crime de homicídio qualificado" e de "um crime de profanação de cadáver", "perpetrados na pessoa de Audry Cavalier".

O cidadão francês é ainda suspeito de "um crime de homicídio qualificado" e de "um crime de profanação de cadáver", "perpetrados na pessoa de Angela Cadillac".

A lista inclui ainda "um crime de violência doméstica" contra a filha, Guiulya Prizzon, e "um crime de detenção ilegal de arma".

Cédric Prizzon, de 41 anos, foi detido quarta-feira na Meda, distrito da Guarda, sendo suspeito da morte da sua mulher e da ex-companheira, desaparecidas desde sexta-feira da aldeia de Vailhourles, no departamento de Aveyron, no sul de França.

Com ele, as autoridades portuguesas encontraram o filho de 12 anos, do primeiro casamento, e uma menina de quase dois anos, do último.

Recentemente, Cédric Prizzon, um ex-polícia e jogador de râguebi, requereu a guarda das crianças e perdeu em tribunal.

Cédric Prizzon não deverá ser extraditado, porque os alegados crimes mais graves foram cometidos em Portugal.
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