País
PSD critica apoio a funcionários públicos que considera de "pura propaganda"
O PSD já veio esclarecer qual o seu entendimento sobre o recente apoio social aos funcionários públicos anunciado pelo Governo. Para Paulo Rangel, líder parlamentar do PSD, trata-se de "pura propaganda" por "ser uma medida que sempre existiu".
Paulo Rangel, líder do grupo parlamentar do PSD, veio hoje criticar os recentes apoios sociais aos funcionários públicos anunciados pelo Governo referindo que se trata de "pura propaganda pública".
Para o PSD as medidas agora anunciadas já existiam e, por isso, a posição do partido vai no sentido de denunciar que "se trata mais uma vez de pura propaganda por parte do Governo porque toda a gente sabe que desde sempre os serviços sociais dos diferentes ministérios tiveram este tipo de medidas".
Recorde-se que o Governo vai dar até dois mil euros aos trabalhadores e aposentados da Função Pública em dificuldades financeiras para fazer frente a "situações de emergência", como doença, acompanhamento de crianças em risco, obras e aquisição de equipamento doméstico.
A portaria que determina estes empréstimos foi publicada na passada sexta-feira em Diário da República, mas segundo Paulo Rangel não se trata de uma novidade, o que é novo é a sua uniformização.
"É inaceitável que uma medida que desde sempre esteve na lógica da administração pública seja apresentada como uma medida nova. Toda a vida houve sempre possibilidade de recorrer a apoio de emergência", referiu o líder parlamentar dos sociais-democratas em declarações à RTP.
Para o PSD as medidas agora anunciadas já existiam e, por isso, a posição do partido vai no sentido de denunciar que "se trata mais uma vez de pura propaganda por parte do Governo porque toda a gente sabe que desde sempre os serviços sociais dos diferentes ministérios tiveram este tipo de medidas".
Recorde-se que o Governo vai dar até dois mil euros aos trabalhadores e aposentados da Função Pública em dificuldades financeiras para fazer frente a "situações de emergência", como doença, acompanhamento de crianças em risco, obras e aquisição de equipamento doméstico.
A portaria que determina estes empréstimos foi publicada na passada sexta-feira em Diário da República, mas segundo Paulo Rangel não se trata de uma novidade, o que é novo é a sua uniformização.
"É inaceitável que uma medida que desde sempre esteve na lógica da administração pública seja apresentada como uma medida nova. Toda a vida houve sempre possibilidade de recorrer a apoio de emergência", referiu o líder parlamentar dos sociais-democratas em declarações à RTP.