País
Quebra de 13,5% na venda de cigarros em Portugal
Num balanço sobre os primeiros 10 meses desde a entrada em vigor da Lei do Tabaco, o director-geral de saúde revelou um estudo que indica que o número de cigarros vendidos em Portugal sofreu uma queda de 13,5 por cento. Francisco George defendeu mais fiscalização para o sector da restauração que, disse, muitas vezes não cumpre a lei.
O director-geral de saúde lembrou que a restauração é o único sector onde há “tolerância” relativamente ao consumo de tabaco e por isso defendeu mais fiscalização. De acordo com Francisco George, os proprietários deste tipo de estabelecimentos muitas vezes não cumprem a lei, em parte porque não a conhecem devidamente.
O estudo hoje revelado indica que “os portugueses estão satisfeitos com a lei e reconhecem que é uma lei boa para a saúde”.
Os números
O trabalho sobre o “Impacte da Lei de Prevenção do Tabagismo” envolveu uma amostra de 6.308 cidadães com idade igual ou superior a 15 anos. A maioria dos cidadãos é a favor da proibição de fumar:
- 98% em serviços de saúde
- 97% em estabelecimentos de ensino
- 93% em outros locais de atendimento ao público
- 88% em locais de trabalho
- 80% em restaurantes
- 78% em centros comerciais
- 68% nos cafés
- 64% nas salas de jogo
- 61 por cento nos bares, pubs e discotecas.
A amostra indica também que 94 por cento dos portugueses considera que a lei protege a saúde, 55 por cento considera que "não é uma penalização para os fumadores" e 78 por cento acha que a legislação está a ser "total ou moderadamente respeitada".
Para Francisco George, a lei alertou para "riscos evitáveis e mudou comportamentos".
A prevalência de fumadores baixou de 20 por cento para 16, dos quais 14% são fumadores diários e 2% ocasionais (um cigarro por dia nos últimos 30 dias).
De Norte a Sul, o estudo revela ainda que a prevalência de fumadores é maior no Alentejo (17,4%), no Norte (17,1%) e Lisboa e Vale do Tejo (16,8%).
Em média os homens fumam 18 cigarros por dia e as mulheres 13.
Lei do Tabaco originou desistência do hábito
54 por cento dos inquiridos já tentou deixar de fumar, 5% conseguiu mesmo abandonar o vício e 22 por cento diminui o consumo – fumam em média menos nove cigarros por dia.
O número de consultas de apoio intensivo à cessação tabágica registou um aumento de 60 por cento.
O estudo hoje revelado indica que “os portugueses estão satisfeitos com a lei e reconhecem que é uma lei boa para a saúde”.
Os números
O trabalho sobre o “Impacte da Lei de Prevenção do Tabagismo” envolveu uma amostra de 6.308 cidadães com idade igual ou superior a 15 anos. A maioria dos cidadãos é a favor da proibição de fumar:
- 98% em serviços de saúde
- 97% em estabelecimentos de ensino
- 93% em outros locais de atendimento ao público
- 88% em locais de trabalho
- 80% em restaurantes
- 78% em centros comerciais
- 68% nos cafés
- 64% nas salas de jogo
- 61 por cento nos bares, pubs e discotecas.
A amostra indica também que 94 por cento dos portugueses considera que a lei protege a saúde, 55 por cento considera que "não é uma penalização para os fumadores" e 78 por cento acha que a legislação está a ser "total ou moderadamente respeitada".
Para Francisco George, a lei alertou para "riscos evitáveis e mudou comportamentos".
A prevalência de fumadores baixou de 20 por cento para 16, dos quais 14% são fumadores diários e 2% ocasionais (um cigarro por dia nos últimos 30 dias).
De Norte a Sul, o estudo revela ainda que a prevalência de fumadores é maior no Alentejo (17,4%), no Norte (17,1%) e Lisboa e Vale do Tejo (16,8%).
Em média os homens fumam 18 cigarros por dia e as mulheres 13.
Lei do Tabaco originou desistência do hábito
54 por cento dos inquiridos já tentou deixar de fumar, 5% conseguiu mesmo abandonar o vício e 22 por cento diminui o consumo – fumam em média menos nove cigarros por dia.
O número de consultas de apoio intensivo à cessação tabágica registou um aumento de 60 por cento.