País
Rádio Pública celebra Dia Mundial da Rádio com emissão especial em Leiria
No Dia Mundial da Rádio, Leiria é palco da emissão especial da rádio pública. Numa região onde ainda há zonas sem eletricidade, a Antena 1, a Antena 2 e a Antena 3 levam serviço público e cultura.
As três rádios da RTP - Antena 1, Antena 2, Antena 3 - têm uma emissão especial ao longo do dia de hoje, em que se celebra o Dia Mundial da Rádio, com foco na região Centro que tem sido fustigada pelo mau tempo, nas últimas semanas.
Durante a manhã, a Antena 2 fez uma emissão especial no Praça Caffe, mesmo no centro da cidade de Leiria. Uma forma de aproximar as rádios e os ouvintes a esta região que ainda sente os efeitos da depressão Kristin. Uma forma também de fazer serviço público, como considerou o diretor da Antena 2.
"É a rádio pública, para começar. Esta é uma operação conjunta das várias rádios do grupo RTP", explicou Nuno Galopim.
A emissão especial visa a "complementaridade entre as vários estações com as suas várias formas de comunicar e aos públicos a quem se destinam", tentando encontrar "formas de dar a conhecer o que se passou, como está a ser vivido e, sobretudo, como se encara a reconstrução".
No Dia Mundial da Rádio, a rádio "tem de sublinhar a sua relevância".
"E nada é mais relevante no papel da rádio do que estar junto das pessoas, de quem trabalha e que acompanha a rádio", disse também o locutor João Paulo Baltazar, que se considera um "veículo de comunicação e conhecimento".
Leiria é uma "cidade musical por excelência, onde a música (…) ajuda a cimentar os laços da comunidade". E neste dia especial a Antena 2, "a rádio da música e de outras artes, tinha de vir até cá, ouvir as pessoas e perceber não só como a depressão impactou nesta comunidade, mas também como estão a lidar para conseguir que a vida volta a entrar nos eixos devagarinho".Quando tudo falha, a rádio ainda chega às pessoas
O "apagão" de abril já tinha mostrado a capacidade da rádio quando tudo se apaga, quando há dificuldade em aceder a qualquer outro meio ou forma de comunicar. E ao longo desta emissão, a rádio chegou a casa de muitos portugueses e deu a conhecer como a arte uniu a comunidade em zonas do país onde ainda se vive entre muita destruição e se começa a recuperar dos danos da depressão Kristin.
Foram contadas histórias de museus, escolas de música e de dança, iniciativas "criadas para estar perto com a comunidade".
"O que se percebeu foi que, se a rádio tudo pode unir, a cultura (…) é uma forma de trazer raios de luz que unem as comunidades e lhes permitem continuar a acreditar num futuro sobre isso o que é viver e criar em conjunto", afirmou Nuno Galopim.
Por isso, a rádio "aliou-se a estes organizadores, a estes programadores para dar voz ao que agora em Leiria está a acontecer".
A cultura é ainda uma forma de chegar às pessoas, mesmo em situação de calamidade, "sobretudo pelas ligações à comunidade".
"Tragam-nos cultura, música, dança, qualquer coisa. Não para esquecer, mas para ajudar a construir".
Antena3 leva "alento" a Leiria
Aproveitando o Dia Mundial da Rádio, a Antena3 levou até Leiria os "microfones da rádio pública a dar voz a quem mais precisa, neste momento".
"Achámos por bem trazer esta emissão do Dia Mundial da Rádio e fazer dela também uma missão de alegria", continuou a radialista.
O objetivo é também levar alguma alegria às muitas pessoas que estão a "passar por um momento delicado" e "celebrar junto delas".
"Escolhemos Leiria precisamente porque é um dos municípios mais afetados desde a depressão Kristin. E a ideia foi trazer este alento, esta ajuda, esta voz a estas pessoas para perceber em que ponto está tudo".
"Resiliência", na opinião de Andreia Pinto, foi a palavra-chave desta emissão especial da rádio pública. E é uma forma de fazer serviço público.
"Faz toda a diferença e é o verdadeiro sentido do serviço público: é estarmos junto do nosso público".
E quando tudo falha, "a rádio está sempre".
Durante a manhã, a Antena 2 fez uma emissão especial no Praça Caffe, mesmo no centro da cidade de Leiria. Uma forma de aproximar as rádios e os ouvintes a esta região que ainda sente os efeitos da depressão Kristin. Uma forma também de fazer serviço público, como considerou o diretor da Antena 2.
"É a rádio pública, para começar. Esta é uma operação conjunta das várias rádios do grupo RTP", explicou Nuno Galopim.
A emissão especial visa a "complementaridade entre as vários estações com as suas várias formas de comunicar e aos públicos a quem se destinam", tentando encontrar "formas de dar a conhecer o que se passou, como está a ser vivido e, sobretudo, como se encara a reconstrução".
No Dia Mundial da Rádio, a rádio "tem de sublinhar a sua relevância".
"E nada é mais relevante no papel da rádio do que estar junto das pessoas, de quem trabalha e que acompanha a rádio", disse também o locutor João Paulo Baltazar, que se considera um "veículo de comunicação e conhecimento".
Leiria é uma "cidade musical por excelência, onde a música (…) ajuda a cimentar os laços da comunidade". E neste dia especial a Antena 2, "a rádio da música e de outras artes, tinha de vir até cá, ouvir as pessoas e perceber não só como a depressão impactou nesta comunidade, mas também como estão a lidar para conseguir que a vida volta a entrar nos eixos devagarinho".Quando tudo falha, a rádio ainda chega às pessoas
O "apagão" de abril já tinha mostrado a capacidade da rádio quando tudo se apaga, quando há dificuldade em aceder a qualquer outro meio ou forma de comunicar. E ao longo desta emissão, a rádio chegou a casa de muitos portugueses e deu a conhecer como a arte uniu a comunidade em zonas do país onde ainda se vive entre muita destruição e se começa a recuperar dos danos da depressão Kristin.
Foram contadas histórias de museus, escolas de música e de dança, iniciativas "criadas para estar perto com a comunidade".
"O que se percebeu foi que, se a rádio tudo pode unir, a cultura (…) é uma forma de trazer raios de luz que unem as comunidades e lhes permitem continuar a acreditar num futuro sobre isso o que é viver e criar em conjunto", afirmou Nuno Galopim.
Por isso, a rádio "aliou-se a estes organizadores, a estes programadores para dar voz ao que agora em Leiria está a acontecer".
A cultura é ainda uma forma de chegar às pessoas, mesmo em situação de calamidade, "sobretudo pelas ligações à comunidade".
"Tragam-nos cultura, música, dança, qualquer coisa. Não para esquecer, mas para ajudar a construir".
Antena3 leva "alento" a Leiria
Aproveitando o Dia Mundial da Rádio, a Antena3 levou até Leiria os "microfones da rádio pública a dar voz a quem mais precisa, neste momento".
Os ouvintes também estão nos territórios afetados, além de Leiria, e a locutora Andreia Pinto vê esta emissão como uma forma "de tentar retribuir o carinho" de todos os que, todos os dias, ouvem a Antena1, a Antena2, a Antena3 e a RDP África.
"Achámos por bem trazer esta emissão do Dia Mundial da Rádio e fazer dela também uma missão de alegria", continuou a radialista.
O objetivo é também levar alguma alegria às muitas pessoas que estão a "passar por um momento delicado" e "celebrar junto delas".
"Escolhemos Leiria precisamente porque é um dos municípios mais afetados desde a depressão Kristin. E a ideia foi trazer este alento, esta ajuda, esta voz a estas pessoas para perceber em que ponto está tudo".
"Resiliência", na opinião de Andreia Pinto, foi a palavra-chave desta emissão especial da rádio pública. E é uma forma de fazer serviço público.
"Faz toda a diferença e é o verdadeiro sentido do serviço público: é estarmos junto do nosso público".
E quando tudo falha, "a rádio está sempre".