País
Rapto de crianças: onde falha a cooperação judiciária europeia
Um dos casos de rapto parental mais falados em Portugal é o de Alice Guiomar. A criança tinha 7 anos e vivia com a mãe em Tavira, quando o pai a sequestrou.
Em setembro de 2012, depois de umas férias de verão, fugiu com Alice. Viveu dois anos na Bélgica com a criança e a mãe, avó de Alice, sem dar notícias.
Mas, agora sabe-se que um ano depois do rapto a Polícia Judiciária conseguiu localizá-los, mas falhou a cooperação judiciária. As autoridades belgas nunca deram provimentos às cartas rogatórias enviadas pelo Ministério Público. Assim, as diligências que ajudariam a chegar a criança um ano mais cedo nunca foram realizadas.