País
Reforma aos 60 sem penalização não satisfaz forças de segurança
O Diário de Notícias avança, na edição deste sábado, que a medida que retira os cortes nas pensões de militares e polícias, em caso de reforma antecipada já foi aprovada em Conselho de Ministros. As várias associações representativas de polícias e militares já receberam a proposta e não estão totalmente satisfeitas.
Segundo a edição de hoje do Diário de Notícias, polícias e militares vão poder reformar-se seis anos mais cedo que os restantes funcionários públicos, sem que isso constitua uma penalização nas suas pensões.
A medida, avança o jornal, abrange Forças Armadas, GNR, PSP, Polícia Judiciária, entre outras forças de segurança. Esta medida terá um impacto orçamental de quatro anos que poderá chegar aos 70 milhões de euros.
Em declarações à Antena 1, Paulo Rodrigues, da Associação Sócio-Profissional da Polícia, contesta a possibilidade de a idade da reforma passar a estar indexada ao fator de sustentabilidade.
De forma a resolver essa situação, Paulo Rodrigues apresenta uma contraproposta, relacionada com a pré-aposentação dos agentes da PSP.
Já a Associação de Profissionais da Guarda rejeita por completo a proposta do executivo sobre a idade de reforma.
César Nogueira, em representação da GNR, disse à rádio pública que não aceita que o fator de sustentabilidade passe a fazer parte do cálculo da reforma.
A medida, avança o jornal, abrange Forças Armadas, GNR, PSP, Polícia Judiciária, entre outras forças de segurança. Esta medida terá um impacto orçamental de quatro anos que poderá chegar aos 70 milhões de euros.
Em declarações à Antena 1, Paulo Rodrigues, da Associação Sócio-Profissional da Polícia, contesta a possibilidade de a idade da reforma passar a estar indexada ao fator de sustentabilidade.
De forma a resolver essa situação, Paulo Rodrigues apresenta uma contraproposta, relacionada com a pré-aposentação dos agentes da PSP.
Já a Associação de Profissionais da Guarda rejeita por completo a proposta do executivo sobre a idade de reforma.
César Nogueira, em representação da GNR, disse à rádio pública que não aceita que o fator de sustentabilidade passe a fazer parte do cálculo da reforma.