Rogério Alves descreve Amadeu Guerra como magistrado competente, líder e discreto

Rogério Alves descreve Amadeu Guerra como magistrado competente, líder e discreto

O antigo bastonário da Ordem dos Advogados Rogério Alves descreve Amadeu Guerra como um magistrado competente, líder e discreto. Amadeu Guerra foi o nome indicado pela procuradora-geral da República, Joana Marques Vidal, para suceder a Cândida Almeida na direção do Departamento Central de Investigação e Ação Penal.

Sandra Henriques /
“Tenho a noção de ser um magistrado muito competente, organizador, líder, discreto, capaz efetivamente de dar serviço uma dimensão que é aquela que é desejada pela procuradora-geral da República”, afirma Rogério Alves, que ressalva que não conhece muito bem Amadeu Guerra.

Questionado pelo jornalista da Antena1 Frederico Moreno se Amadeu Guerra poderá ser uma solução para evitar as fugas de informação que foram apontadas a Cândida Almeida, Rogério Alves prefere distinguir as duas situações, considerando que se tratou apenas de uma coincidência temporal com a vontade de Joana Marques Vidal constituir a sua própria equipa.

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