País
Seguro volta a defender resposta europeia à crise dos combustíveis
O Presidente da República está em Estrasburgo para assinalar os 50 anos da adesão de Portugal ao Conselho da Europa, aos eurodeputados, António José Seguro voltou a defender uma resposta europeia à crise dos combustíveis e deixou o alerta para a necessidade de diálogo internacional e defendeu valores de humanismo e de paz.
No plenário da Assembleia Parlamentar do Conselho da Europa, António José Seguro lembrou que há pessoas e empresas a passar dificuldades e que necessitam de uma solução e voltou a defender uma resposta europeia à crise dos combustíveis.
O Presidente da República deixou ainda uma mensagem que disse ser dirigida em particular às novas gerações.
António José Seguro sublinhou que há retrocessos e ameaças em termos de direitos humanos e por isso é importante cuidar da democracia.
O Presidente da República defendeu ainda que a Europa “não deve ser uma fortaleza”, mas antes um espaço capaz de “dialogar com todos”, que sabe o que defende e com uma “voz própria” no atual contexto internacional.
Num discurso no Conselho da Europa, em Estrasburgo, António José Seguro defendeu que é prioritário “construir uma Europa aberta ao mundo”, dando o exemplo de Portugal, que “nunca foi um país fechado sobre si próprio” e cuja história, geografia e “vocação atlântica” o ensinaram “a olhar para além das fronteiras europeias”.
“A Europa não deve ser uma fortaleza. Deve ser um espaço de liberdade, de diálogo e de cooperação, aberto ao mundo, mas sempre fiel aos seus princípios”, defendeu.
O Presidente da República considerou que, “num tempo de tensões geopolíticas, de desinformação e de crescente fragmentação”, é necessário “mais diálogo, não menos diálogo, mais cooperação e não isolamento”.
“Uma Europa forte não é a Europa que se fecha. É uma Europa que sabe o que defende, que tem voz própria e que é capaz de dialogar com todos. O mundo precisa de voltar a ouvir a voz firme da Europa”, sustentou.
Insistindo que “os grandes desafios” atuais “não se resolvem isoladamente”, António José Seguro considerou que “a paz, a segurança, as alterações climáticas, as migrações, a transformação tecnológica e a defesa dos direitos humanos exigem cooperação internacional”.
“Uma Europa que dialoga com o mundo é uma Europa que reforça a sua capacidade de contribuir para a paz”, afirmou.
Num discurso no Conselho da Europa, em Estrasburgo, António José Seguro defendeu que é prioritário “construir uma Europa aberta ao mundo”, dando o exemplo de Portugal, que “nunca foi um país fechado sobre si próprio” e cuja história, geografia e “vocação atlântica” o ensinaram “a olhar para além das fronteiras europeias”.
“A Europa não deve ser uma fortaleza. Deve ser um espaço de liberdade, de diálogo e de cooperação, aberto ao mundo, mas sempre fiel aos seus princípios”, defendeu.
O Presidente da República considerou que, “num tempo de tensões geopolíticas, de desinformação e de crescente fragmentação”, é necessário “mais diálogo, não menos diálogo, mais cooperação e não isolamento”.
“Uma Europa forte não é a Europa que se fecha. É uma Europa que sabe o que defende, que tem voz própria e que é capaz de dialogar com todos. O mundo precisa de voltar a ouvir a voz firme da Europa”, sustentou.
Insistindo que “os grandes desafios” atuais “não se resolvem isoladamente”, António José Seguro considerou que “a paz, a segurança, as alterações climáticas, as migrações, a transformação tecnológica e a defesa dos direitos humanos exigem cooperação internacional”.
“Uma Europa que dialoga com o mundo é uma Europa que reforça a sua capacidade de contribuir para a paz”, afirmou.
O chefe de Estado português lançou ainda um apelo para um acordo que coloque um ponto final no conflito entre a Ucrânia e a Rússia.
“Apoiar a Ucrânia é um dever de solidariedade para com ucranianos e é também defender a segurança da Europa”
No discurso, o Presidente da República salientou a história da adesão de Portugal ao Conselho da Europa e agradeceu a todos os intervenientes. "A nossa gratidão pelo passado é inseparável da nossa responsabilidade perante o futuro".
"Celebramos 50 anos da adesão de Portugal ao Conselho da Europa e da assinatura da convenção Europeia dos Direitos Humanos", recordou António José Seguro que frisou ainda que o país recuperou a "liberdade dois anos antes".
"Celebramos 50 anos da adesão de Portugal ao Conselho da Europa e da assinatura da convenção Europeia dos Direitos Humanos", recordou António José Seguro que frisou ainda que o país recuperou a "liberdade dois anos antes".
c/agências