País
Sete mortos e 24 feridos graves na Páscoa de 2008
Sete mortos e 27 feridos graves foi o balanço da "Operação Páscoa 2008" entre as 00h00 de quinta-feira e as 24h00 de domingo.
Nos quatro dias, a BT registou 827 acidentes nas estradas portuguesas.
Dos acidentes registados resultaram sete mortos, 27 feridos graves e 227 feridos ligeiros.
Comparando os números deste ano com os de igual período do ano transacto, verifica-se que houve menos 216 acidentes de que resultaram menos feridos mas infelizmente, mais um morto nas estradas portuguesas.
Como causas para os acidentes a polícia atribui-as, à semelhança de outros anos, ao excesso de velocidade dos condutores e à ingestão de bebidas alcoólicas.
No âmbito da “Operação Páscoa”, que terminou às 24h00 de domingo, cerca de 1.700 militares da GNR, 800 patrulhas e 700 viaturas patrulharam as estradas portuguesas e centraram a sua atenção sobretudo no excesso de velocidade, de álcool e de substâncias psicotrópicas, no uso do cinto de segurança, no transporte de crianças e no estado de conservação dos pneus e iluminação.
No quarto e último dia da operação desencadeada pela GNR não houve mortos a lamentar nas estradas portuguesas. O dia foi marcado por longas filas no regresso dos portugueses destas mini-férias da Pàscoa às regiões do lityoral nomeadamente ao Grande Porto e à Grande Lisboa.
A Brigada de Trânsito da Guarda Nacional Republicana levantou 3.537 autos de contra-ordenação durante os quatro dias da Operação Páscoa, na maioria por excesso de velocidade e condução sob o efeito de álcool.
Foram detectados 184 condutores sob o efeito de álcool, mas a maioria das infracções registadas foram relativas a condução em excesso de velocidade.
Foram levantados ainda 149 processos de contra-ordenação por falta de uso do cinto de segurança, principalmente nos assentos traseiros, especificou o porta-voz da Brigada de Trânsito da GNR, major Lourenço da Silva.
Dos acidentes registados resultaram sete mortos, 27 feridos graves e 227 feridos ligeiros.
Comparando os números deste ano com os de igual período do ano transacto, verifica-se que houve menos 216 acidentes de que resultaram menos feridos mas infelizmente, mais um morto nas estradas portuguesas.
Como causas para os acidentes a polícia atribui-as, à semelhança de outros anos, ao excesso de velocidade dos condutores e à ingestão de bebidas alcoólicas.
No âmbito da “Operação Páscoa”, que terminou às 24h00 de domingo, cerca de 1.700 militares da GNR, 800 patrulhas e 700 viaturas patrulharam as estradas portuguesas e centraram a sua atenção sobretudo no excesso de velocidade, de álcool e de substâncias psicotrópicas, no uso do cinto de segurança, no transporte de crianças e no estado de conservação dos pneus e iluminação.
No quarto e último dia da operação desencadeada pela GNR não houve mortos a lamentar nas estradas portuguesas. O dia foi marcado por longas filas no regresso dos portugueses destas mini-férias da Pàscoa às regiões do lityoral nomeadamente ao Grande Porto e à Grande Lisboa.
A Brigada de Trânsito da Guarda Nacional Republicana levantou 3.537 autos de contra-ordenação durante os quatro dias da Operação Páscoa, na maioria por excesso de velocidade e condução sob o efeito de álcool.
Foram detectados 184 condutores sob o efeito de álcool, mas a maioria das infracções registadas foram relativas a condução em excesso de velocidade.
Foram levantados ainda 149 processos de contra-ordenação por falta de uso do cinto de segurança, principalmente nos assentos traseiros, especificou o porta-voz da Brigada de Trânsito da GNR, major Lourenço da Silva.