País
Sindicatos criticam ministro da Educação pelas falhas na correção dos exames
Os sindicatos da área da educação não poupam o ministro da Educação, Fernando Alexandre, pelas falhas registadas na correção dos exames de acesso ao ensino superior.
André Pestana, do STOP, o sindicato de todos os profissionais de educação, acusa o ministro de “irresponsabilidade” depois das falhas registadas na experiência piloto realizada no ano passado no exame de Filosofia.
José Feliciano Costa, secretário- geral da FENPROF, acusa o ministro de improvisar soluções que comprometem a vida dos alunos, das famílias, das escolas e o início do próximo ano letivo.
As críticas surgem na sequência das dificuldades verificadas no processo de classificação dos exames nacionais, que obrigaram o Ministério da Educação a adiar a divulgação das classificações, remarcar as datas da segunda fase dos exames nacionais e alterar o calendário inicialmente previsto.
Este ano, pela primeira vez, os cerca de 300 mil exames nacionais do ensino secundário foram digitalizados e só depois distribuídos pelos professores para fazerem a correção. No entanto, a plataforma para a correção dos exames está em manutenção, o que impede os professores de terem acesso às provas.
Por este motivo, o calendário dos exames e a divulgação das notas já sofreu alterações, o que está a gerar indignação.
José Feliciano Costa, secretário- geral da FENPROF, acusa o ministro de improvisar soluções que comprometem a vida dos alunos, das famílias, das escolas e o início do próximo ano letivo.
As críticas surgem na sequência das dificuldades verificadas no processo de classificação dos exames nacionais, que obrigaram o Ministério da Educação a adiar a divulgação das classificações, remarcar as datas da segunda fase dos exames nacionais e alterar o calendário inicialmente previsto.
Este ano, pela primeira vez, os cerca de 300 mil exames nacionais do ensino secundário foram digitalizados e só depois distribuídos pelos professores para fazerem a correção. No entanto, a plataforma para a correção dos exames está em manutenção, o que impede os professores de terem acesso às provas.
Por este motivo, o calendário dos exames e a divulgação das notas já sofreu alterações, o que está a gerar indignação.