Soflusa diz que ligação fluvial entre Barreiro e Lisboa será normalizada sexta-feira

| País

A empresa Soflusa anunciou hoje que a ligação fluvial entre o Barreiro e Lisboa vai regressar à normalidade a partir de sexta-feira, estando disponíveis seis navios para assegurar todas as carreiras nas horas de ponta da manhã e da tarde.

"O navio `Damião de Goes` saiu hoje do estaleiro, já se encontrando devidamente certificado e pronto a retomar a operação. O navio entrará ao serviço pelas 06:00 do dia 13 de outubro, permitindo à Soflusa repor a normalidade na ligação fluvial do Barreiro/Terreiro do Paço nas horas de ponta", refere a empresa num comunicado enviado à Lusa.

Depois de a empresa ter estado a operar no início da semana com apenas quatro navios, o que causou diversos problemas aos utentes, desde quarta-feira à tarde que estão cinco disponíveis, com a empresa Transtejo a ceder o navio `Cesário Verde`.

"A empresa aguarda ainda, a todo o momento, pela conclusão da inspeção subaquática do navio `Jorge de Sena`, sendo expectável que o navio retome a operação durante o dia de sexta-feira". Acrescenta.

Fonte oficial da empresa explicou que o navio cedido pela Transtejo vai deixar de ser necessário assim que o `Jorge de Sena` esteja disponível para entrar ao serviço.

"Ficará, assim, reposta a operacionalidade da frota, com os seis navios necessários a assegurar a ligação Barreiro/Terreiro do Paço nas horas de ponta. A Soflusa agradece a compreensão dos seus passageiros para as dificuldades vividas durante os últimos dias", concluiu.

A Soflusa faz a ligação entre o Barreiro e Lisboa, enquanto a Transtejo é a empresa responsável pelas ligações do Seixal, Montijo, Cacilhas e Trafaria/Porto Brandão à capital.

Tópicos:

Barreiro Terreiro, Seixal Montijo Cacilhas Trafaria,

A informação mais vista

+ Em Foco

Entrevista exclusiva de Rui Rio à editora de política da RTP Luísa Bastos.

Abrir uma torneira e vê-la jorrar água. É um ato tão comum que nunca imaginamos um dia em que tal quadro possa desaparecer. Algo que está prestes a tornar-se realidade na África do Sul.

    Foram sinalizados casos de mutilação genital numa escola da Baixa da Banheira. Uma associação trabalha com turmas. Ainda há rapazes que defendem a "submissão" como "saudável".

      Uma caricatura do mundo em que vivemos.