Economia
Tempestades de janeiro e fevereiro fecharam mais de 300 escolas
Foram cerca de 300 as escolas encerradas após as tempestades que nos finais de janeiro e início de fevereiro fustigaram em particular o centro do país.
Um inquérito divulgado esta sexta-feira pela Missão Escola Pública (MEP) aponta para pelo menos 317 escolas encerradas na sequência das tempestades Kristin, Leonardo e Marta, que atingiram Portugal há dois meses.
Entre as 224 respostas ao inquérito, 156 diretores de escola referem que o seu agrupamento foi afetado pelas intempéries. Em alguns agrupamentos nenhum dos estabelecimentos foi poupado.
Em termos de alunos, terão sido cerca de 61.500 os afetados.
A MEP não descarta a possibilidade de estes números ficarem aquém da realidade, já que alguns agrupamentos não responderam ao inquérito.
As diretivas das autoridades, a falta de energia elétrica, falhas de comunicações e no abastecimento de água foram fatores que levaram ao encerramento dos estabelecimentos.
Alguns dos estabelecimentos correram também o risco de desmoronamento de estruturas. De registar ainda danos elétricos, acessos exteriores comprometidos e danos em equipamentos informáticos.
Aquando da realização do inquérito, entre 15 de fevereiro e 12 de março, metade dos agrupamentos a necessitar de reparações ainda aguardava o início das intervenções.
Uma grande maioria de diretores (70 por cento) sublinham que já havia necessidade de obras nos estabelecimentos antes das intempéries.
Entre as 224 respostas ao inquérito, 156 diretores de escola referem que o seu agrupamento foi afetado pelas intempéries. Em alguns agrupamentos nenhum dos estabelecimentos foi poupado.
Em termos de alunos, terão sido cerca de 61.500 os afetados.
A MEP não descarta a possibilidade de estes números ficarem aquém da realidade, já que alguns agrupamentos não responderam ao inquérito.
As diretivas das autoridades, a falta de energia elétrica, falhas de comunicações e no abastecimento de água foram fatores que levaram ao encerramento dos estabelecimentos.
Alguns dos estabelecimentos correram também o risco de desmoronamento de estruturas. De registar ainda danos elétricos, acessos exteriores comprometidos e danos em equipamentos informáticos.
Aquando da realização do inquérito, entre 15 de fevereiro e 12 de março, metade dos agrupamentos a necessitar de reparações ainda aguardava o início das intervenções.
Uma grande maioria de diretores (70 por cento) sublinham que já havia necessidade de obras nos estabelecimentos antes das intempéries.
c/ Lusa